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Pedro do Ó Ramos, líder de Setúbal do PSD no BarreiroDefende a canalização de mais fundos comunitários para a região

Pedro do Ó Ramos, presidente da Comissão Politica Distrital de Setúbal do Partido Social Democrata, defende a importância de existir “um lobbing do ponto de vista regional, para conseguir captar fundos” comunitários.

“A Baía Tejo tem que ter um projecto mais realista” - referiu o líder distrital do PSD, expressando a discordância com “projectos faraónicos”.

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Pedro do Ó Ramos, líder de Setúbal do PSD no Barreiro Defende a canalização de mais fundos comunitários para a região

Por Jornal Rostos

Realizou-se no Barreiro a III Convenção Social Democrata do Distrito de Setúbal, que contou com a participação de mais de 150 pessoas.
Pedro do Ó Ramos, presidente da Comissão Politica Distrital de Setúbal do Partido Social Democrata, no final do evento sublinhou aos órgão de comunicação social que “correu bem”, tendo sido feita uma abordagem diferenciada no plano da economia do Empreendedorismo.

Apontar caminhos para o futuro

“Temos que apontar caminhos para o futuro” – referiu, recordando que nas diversas intervenções que referenciaram experiências de empresários da região demonstraram que – “mesmo em tempos de crise conseguimos vingar no mercado interno e no mercado externo”.
Salientou que na abordagem do tema efectuada por professores e investigadores, foi sublinhado que o país tem uma mão de obra “que não é ainda muito qualificada”, tem que, cada vez mais, pensar que “têm que ser empreendedores”, porque – “dois terços dos portugueses gostavam de ter a sua própria empresa, mas apenas 3% criam a sua própria empresa”.
“Portugal é o país da Europa onde mais pessoas manifestam interesse em ser empreendedores”- sublinhou.

Canalização de mais fundos comunitários para a região de Setúbal

Pedro do Ó Ramos, referiu que na Convenção foi perspectivada a necessidade de ser “bem aproveitado o nosso Quadro Comunitário de Apoio”.
“Temos as contas em baixo e pouco dinheiro no país, temos que aproveitar os recursos da Europa” - referiu.
Por outro lado, sublinhou a importância de existir “um lobbing do ponto de vista regional, para conseguir captar fundos”.
Recordou as dificuldades que existem ´para a Península de Setúbal pelo facto de estar enquadrada na Região de Lisboa e Vale do Tejo.
Nesse sentido sublinhou a necessidade de criação de regiões intermédias que permitam a canalização de mais fundos para a região de Setúbal, destinados às empresas.
“O partido mais que discutir o passado, quer discutir o futuro, percebendo que há caminhos alternativos” – sublinhou o líder distrital do PSD.

Baía Tejo tem que ter um projecto mais realista

No decorrer da Convenção um dos assuntos em reflexão foi o projecto Baía Tejo, tendo sido explicado o modelo de negócio.
Pedro do Ó Ramos referiu que o projecto deve desenvolver-se – “não da forma que estava prevista, de uma forma completamente megalómana, porque desadequada para o estado actual da nossa situação do País”.
“Falavam em projectos que pareciam quase Nova Iorque, isto não é possível” – sublinhou.
Salientou que “têm que ser descontaminados os solos” e ter actividades de empresas, “num registo possível, num registo de muita imaginação e não tanto dos projectos faraónicos, com que fomos inundados estes anos, sem que eles não passassem do papel”.
“Foi feita uma apresentação muito clara do projecto Baía do Tejo e que é possível juntamente com o Governo e com as autarquias locais, desenvolver projectos mais concretos que consigam captar empresas” – sublinhou o líder distrital do PSD.
“A Baía Tejo tem que ter um projecto mais realista” - referiu

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