Jorge Santos Silva jovem de Gaia um «criativo» premiado pela ToyotaPorto é uma cidade histórica que está no mapa do mundo como obrigatória visitar

Por Jornal Rostos
A Toyota promoveu um passatempo - «Toyota 40 mil fans», que lançava o desafio de ser criada uma frase quer incluísse as expressões « Toyota», «nova geração auris», e «40 mil fans».
No decorrer desta iniciativa dialogamos com um dos jovens vencedor do «Passatempo», que para além da conversa sobre a sua criatividade, falou-nos do seu Porto e da sua paixão pelo Norte.
Toyota de 86 é fonte de inspiração
“No Toyota corola de 86 vou ao Porto experimentar a nova geração auris que os 40 mil fans as mãos querem deitar» - foi uma das freses vencedoras, esta criada por um jovem de Gaia, Jorge Santos Silva, de 24 anos, que está a concluir o Curso de Engenheiro Civil.
Quisemos saber fonte de inspiração da sua frase, ele respondeu-nos: “A minha namorada tem um Toyota de 86, que ela usa todos os dias, por isso lembrei-me do carro e inclui-lo na frase” – refere Jorge, com um sorriso.
Perguntámos se a inspiração foi o carro ou a namorada? Ele sorrindo respondeu – “Foi carro, só o carro”.
A Ângela estava ao lado e sorria, olhando para o Jorge com cumplicidade.
Somos uma terra hospitaleira
No breve diálogo que mantivemos pedimos que nos fizesse um retrato da sua terra.
“A vida do Norte é marcada por sermos uma terra hospitaleira. Acho que toda a gente que vem cá fica com saudades e gosta de voltar cá.
Temos muita história. O Porto é uma cidade que tem edifícios muito antigos. Felizmente nunca tivemos uma catástrofe, eles mantêm-se, mais ou menos conservados . È uma cidade histórica que está no mapa do mundo como obrigatória visitar” – sublinhou Jorge Silva.
O resto do país não é só paisagem
Para dar um recado lá para os do sul - «os mouros» que lhes dizia – “Digo para olharem um pouco mais para fora da área metropolitana de Lisboa, porque o resto do país não é só paisagem”.
Fica aqui este registo de uma breve conversa, dois jovens simpáticos, que não escondem as sua opções de vida e politicas, que estão atentos aos acontecimentos do mundo e sonham que é possível construir um Portugal melhor e com futuro.
Eles foram um exemplo do «sentimento» que registamos em alguns jovens com quem travámos algumas breves conversas. Eles falam do presente, das dificuldades mas, notámos que, mais que falar em passado, gostam de falar no futuro e olhar para o futuro com criatividade.
S.P.














