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Quotidianos

Desenvolvimento SustentavelFenacoop aponta “falta de metas e acções concretas”

A FENACOOP - Federação Nacional das Cooperativas de Consumidores (Fenacoop) como representante de um conjunto de entidades de defesa dos interesses e direitos dos Consumidores (as Cooperativas de Consumidores), deu a conhecer a sua posição sobre o Plano de Implementação da Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável (PIENDS), que se encontra ainda em fase de discussão.
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Por Jornal Rostos

Apesar de considerar este Plano positivo em termos gerais, a Fenacoop destaca, como ponto central da sua posição, o facto de o próprio conceito de Desenvolvimento Sustentável patente no PIENDS (e na própria Estratégia Nacional), Gostaríamos, por isso, de ver maior desenvolvimento neste campo>. Neste sentido propõe que seja acrescentada, as linhas de orientação estratégicas referentes a Educação, a seguinte redacção "Promover a educação do consumidor enquanto vertente da educação para a cidadania, nomeadamente através da inclusão nos programas escolares de matérias relacionadas com o desenvolvimento sustentável".
A Fenacoop aponta ainda algumas insuficiências “nomeadamente ao nível da definição concreta de metas e acções a empreender em determinados domínios”, como por exemplo, no domínio da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Florestas e no que diz respeito a utilização de fertilizantes e de pesticidas agrícolas a Federação mostra-se preocupada pelo facto “de não terem sido identificadas metas a alcançar visto que estas são uma das maiores fontes de problemas quer para o meio ambiente quer para a saúde humana. Em nossa opinião, deveriam ser estabelecidas metas de redução significativa relativa a utilização destes produtos”.
No que diz respeito a discussão deste documento a Fenacoop aponta a falta de participação de um grande numero de entidades que poderiam contribuir para o desenvolvimento deste trabalho “pensamos que poderia existir um maior acompanhamento na sua elaboração pelos diversos grupos de interesse associados (ONG´s de protecção do ambiente, organizações de consumidores, etc.)”, mostrando-se por seu lado disponível para continuar a trabalhar neste âmbito.
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