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EN10 (Barreiro – Setúbal)Um dos “pontos negros” das estradas de Portugal

“Ao nível de estradas nacionais é a EN10 (Barreiro – Setúbal) que apresenta piores números 6 mortos e 16 feridos graves” – é referido num artigo do jornal “Público” de análise das estradas mais mortíferas de Portugal.

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EN10 (Barreiro – Setúbal) Um dos “pontos negros” das estradas de Portugal

Por Jornal Rostos

O jornal “Público” editou um trabalho jornalístico, onde são divulgadas as “estradas mais mortíferas de Portugal Continental”, tomando por referência as estatísticas da Direcção-Geral de Viação (DGV).
Os dados revelados, refere o jornal “Público” foram retirados dos Relatórios Distritais de Sinistralidade Rodoviária de 2004, salientando-se que “é a primeira vez que a DGV revela a hora e o local exacto onde acontecem os acidentes e o respectivo número de vítimas, permitindo identificar os lugares mais perigosos e que não estão referenciados como ponto negro, independentemente do volume de tráfego”

Definição de “ponto negro”

De acordo como jornal “Público” e segundo a definição da Direcção Geral de Viação (DGV), um ponto negro corresponde a um lanço de estrada com o máximo de 200 metros de extensão no qual se registaram, pelo menos, cinco acidentes com vitimas ( mortos e feridos graves ) durante um ano. Apesar de alguns locais concentrarem mais do que um acidente, não encaixam no “conceito” oficial por falta de número ou por ocorrerem num troço mais alargado do que os 200 metros.

IC1 um dos pontos negros

No referido artigo salienta-se que no Distrito de Beja e Setúbal o IC 1 “deixa estragos de 10 mortos e 18 feridos graves”.
Na análise distrito a distrito efectuado no artigo do jornal “Público”, sobre o Distrito de Setúbal, salienta-se que “a sinistralidade da A2 é muito marcante no distrito : 11 mortos e 30 feridos graves. Ao nível de estradas nacionais é a EN10 (Barreiro – Setúbal) que apresenta piores números 6 mortos e 16 feridos graves. Os acidentes no IC1 ocorridos no Distrito ( cinco mortos e nove feridos graves) também contribuem para o risco do itinerário. No IP1, dois dos três acidentes aconteceram no mesmo local (Alcácer do Sal) e foram colisões frontais.

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