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Quotidianos

No SeixalPlataforma Social vai defender a construção do novo Hospital

O estudo técnico elaborado pela Escola de Gestão do Porto não reconhece prioritária a construção de um novo Hospital, contrariamente ao que é defendido num estudo da Região de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, de 2002, que propõe a construção de um equipamento que sirva os concelhos de Seixal e Sesimbra.

2 min de leitura

Por Jornal Rostos

As Instituições do concelho do Seixal vão dinamizar a participação da comunidade municipal, dando continuidade ao movimento popular expressivamente representado na recolha de 65 mil assinaturas, no sentido de defender a construção do novo Hospital do Seixal.

Plataforma irá juntar as Instituições

A Câmara Municipal do Seixal, Assembleia Municipal e Comissões de Utentes de Saúde já contestaram o estudo técnico elaborado pela Escola de Gestão do Porto sobre as prioridades de investimento no sector hospitalar que não considera a construção de um hospital no concelho do Seixal.
Por este motivo, lançaram hoje as bases para a constituição de uma plataforma que irá juntar as Instituições do concelho na defesa da construção de um Hospital no Seixal.

Dar força ao sentido de 65 mil assinaturas

Até dia 27 de Março, o referido estudo encontra-se em discussão pública, pelo que até essa altura, as Instituições irão dinamizar a participação da comunidade municipal na continuação do movimento popular expressivamente representado na recolha de 65 mil assinaturas.

Região de Saúde defende Hospital Seixal/Sesimbra

Refira-se que a solução que o estudo apresenta para resolver as carências ao nível dos equipamentos hospitalares, na margem sul do Tejo, passa pelo alargamento do Hospital Garcia de Orta e, esta posição, contraria um estudo da Região de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (RSLVT), de 2002, que propõe a construção de um novo hospital que sirva os concelhos de Seixal e Sesimbra.
Sublinhe-se que o estudo da RSLVT demonstra ainda que a ampliação do Garcia de Orta seria mais dispendiosa que a construção de um novo Hospital e trará consequências negativas em termos de gestão e acessibilidades, não sendo a melhor solução para as graves carências nos cuidados hospitalares às populações.

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