Pinhal Novo – PalmelaAbate ilegal de Sobreiros em REN
. Quercus exuge reposição do montado
A Quercus sublinha que “vai continuar a acompanhar este processo, esperando que a Administração actue em conformidade para repor a legalidade.”

Por Jornal Rostos
“Segundo apurámos, o referido abate ocorreu em área de povoamento de sobreiros, em REN - Reserva Ecológica Nacional e também em RAN - Reserva Agrícola Nacional, onde existiu movimentação de terras e extracção de inertes seu autorização, situação que foi denunciada às autoridades através do SOS Ambiente e Território em 22/11/07, com registo de processo n.º 4137/07. Após a fiscalização do Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente da GNR, a 11/02/08 já não foram detectados vestígios de abate de sobreiros no local, tendo apenas sido levantado um auto de notícia por movimentação de terras e extracção de inertes em REN sem autorização, o qual foi remetido para a Câmara Municipal de Palmela, para instrução de processo de contra-ordenação.” – acrescenta o comunicado enviado para a nossa redacção.
Quercus exige o apuramento da infracção pelos serviços competentes
“A Quercus lamenta a morosidade da actuação que retirou a eficácia na responsabilização do abate ilegal de sobreiros.
Na visita ao local verificámos a mobilização de solos em área da REN onde foram abatidos centenas de sobreiros existindo árvores de grande porte e algumas mais pequenas, o que se pode constatar pela análise comparativa da fotografia aérea do local.
Dado que o abate de sobreiros em povoamento foi efectuado ilegalmente, sem ter existido uma actuação eficaz da Direcção-Geral dos Recursos Florestais por não ter tido acesso à informação da denúncia, a Quercus exige o apuramento da infracção pelos serviços competentes, para que exista o cumprimento integral da legislação com a interdição da alteração do uso do solo e reposição da floresta de sobreiros.” – salienta a Quercus, acrescentando que – “a Quercus vai continuar a acompanhar este processo, esperando que a Administração actue em conformidade para repor a legalidade.”














