Em Setúbal no dia de arranqueTróia Resort criticado pela Quercus

Por Jornal Rostos
“Ocupação excessiva” foi assim que Carla Graça, do núcleo da Quercus de Setúbal, classificou assim o projecto no qual estão planeadas mais de 15 mil camas para a península de Tróia, afirmando que irão colocar em causa o equilíbrio natural na região inserida no Estuário do Sado.
Segundo as declarações desta ambientalista à TSF, o projecto turístico da Sonae “não acautela devidamente, ao nível da circulação, o estacionamento e, quanto às infra-estruturas, a recepção à população flutuante”.
Outra das preocupações da Quercus diz respeito à falta de preservação dos habitats naturais das dunas e do sapal de vital importância para os ecosistemas da região.
Os ambientalistas mostraram-se também preocupados com a construção da Marina na zona antiga do cais dos ferrys e a deslocação do mesmo uma vez que estas obras, já realizadas, poderão vir a perturbar a habitual rota de alimentação dos golfinhos.
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