Democracia ParticipativaPor Henrique Silva
Barreiro

Por Jornal Rostos
Concerteza que sou daqueles muitos, progressistas, que continuam a insistir – no deserto, de que deve haver muito mais participaçao cidada, e menos “casiquismo” partidista, como um processo normal, paliativo, irreversível e consistente, na modernizaçao da democracia - a melhor forma de conviver, dentro das melhores condiçoes de paz e progresso.
Tenho sido testemunha de casos desastrosos, de países mandados por incompetentes, demagogos, sem qualificaçoes morais, nem profissionais, nem academicas. Preocupa-me tanta desidia, tanta anarquia. Sinceramente, Basta, é a palavra latina mais conhecida de norte a sul da Europa e do Mundo! As pessoas estao fartas! Basta!!
Os acontecimentos ocurridos desde inicios do ano pela Europa fóra, sao lamentáveis, retrógrados e inoportunos; colecionam-se erros de forma e de fundo, em escala continua, que estao demonstrando até á saciedade, que os povos tém razao e juizo plenos, estao inconformes e ao mesmo tempo, decididos em impôr qual é o caminho que reclamam e necessitam.
Os poderes establecidos, com insolência, continuam a fazer vista morta. Daí, o ambiente cunfuso e incerto que se vive, perjudicando a confiança dos agentes económicos e das pessoas. Há pessoas, impreparadas e ineficientes que nao desejam colaborar com sentido pátrio, coletivo, ajustado ás realidades num contexto de altíssima dinâmica e altissima actividade informativa e comunicacional, de altíssima capacidade de expressao instantânea capz de desafiar qualquer dogma establecido.
Continuamos longe do caminho certo, do diálogo, da consensualidade, da temperância, da madurez, do fair-play, da educaçao, do sexto sentido sem os quais uma sociedade, em vez de se estructurar per-se, se desintegra como um baralho de cartas, sem remedio sem esperança.
Aquilo que está a suceder na Europa, todos os países confundidos, é simplesmente incompreensível e demonstra o longo caminho por percorrer, para que enfim, os negros momentos da História recente nao se repitam e o Homem possa estar à altura da imagem que se merece.
Se as coisas nao evoluirem pelas boas, aparecerao, pelas más, pontos de conflito violentos de consequências totalmente imprevisíveis.
Faço um chamado ao bom senso, aquele que tenha a capacidade de resolver coletivamente os desafios sociais da atualidade. A meta deve ser, de um futuro certo, de progresso e ajustado aos preceitos intelectuais que pensamos e dizemos entender.
Henrique Silva.
Junho - 2014














