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Quotidianos

António Costa, a esperança na mudançaPor José Bastos
Montijo

António Costa é um político com provas dadas no PS e no país. É um líder natural, tem um curricunlum invejável e tem feito um grande trabalho político em Lisboa que é apreciado tanto na capital como no país.

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António Costa, a esperança na mudança Por José Bastos Montijo

Por Jornal Rostos

Após três anos da direita a governar, o país empobreceu enormemente e ao fim deste longo período de sacrificíos impostos ao povo, para salvar o país. Não salvaram nada e estamos cada vez piores. As pessoas vivem um grande desespero, pois o Governo não tem nenhuma solução para o presente e nenhuma esperança para o futuro. Na crise de 1983/85, passámos mal, mas ao final de um ano já se via uma luz ao fundo do tunel e passámos a ter esperança no futuro.

Com a candidatura de António Costa nas eleições primárias do PS, nasceu uma nova esperança para os portugueses e isso está estampado na cara dos seus apoiantes que assistem aos comícios.

António Costa é um político com provas dadas no PS e no país. É um lider natural, tem um curricunlum invejável e tem feito um grande trabalho político em Lisboa que é apreciado tanto na capital como no país.

Militante da Juventude e do Partido Socialista, foi deputado na Assembleia Municipal de Lisboa, entre 1982 e 1993. Entre 1991 e 1995 foi também deputado à Assembleia da República. Em 1993 candidatou-se a presidente da Câmara Municipal de Loures, sendo eleito vereador. Foi membro do Secretariado Nacional do PS entre 1987 e 1990 e voltou a integrar o Secretariado Nacional do PS desde 1994. Integrou o XIII Governo como secretário de Estado (1995-1997) e ministro (1997-1999) dos Assuntos Parlamentares, sendo-lhe atribuída a pasta da Justiça no XIV Governo (1999-2002). Para além disso foi também o membro do governo responsável pela Expo´98, em 1997/99, presidiu ao Grupo Parlamentar do PS, de 2001 a 2004 e foi deputado e vice-presidente no Parlamento Europeu, entre 2004 e 2005. Era ministro de Estado e da Administração Interna (2005-2007), quando abandonou o mandato para se candidatar às eleições autárquicas intercalares da Câmara Municipal de Lisboa, tornando-se assim o 66º Presidente. Saiu vencedor com 29,54% dos votos e conseguiu a reeleição em 2009 com 40,22% os votos.

Só um lider de eleição podia ter o apoio dos fundadores do partido socialista, de oito dos dez lideres da JS e de centenas de agentes culturais.

José Bastos

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