Tinha de escrever istoPor Rogério Santos
Moita
Não é difícil nem está assim tão longe quanto alguns de nós o poderão pensar.
Que nunca nos esqueçamos disto.
Que cada migalha de melhoria seja fruto da nossa luta.

Por Jornal Rostos
Em primeiro lugar e porque ontem foi dia de mais um aniversário do Partido Comunista Português, o 94º, os meus parabéns ao meu partido.
Mas e depois desse bonito festejo que futuro nos espera?
Mais do mesmo?
Que cada um de nós saiba expressar aquilo que lhe vai dentro e que o faça.
Da minha parte, bem sei o que seria melhor.
Mudar.
Lutar pela mudança.
Por uma alternativa e não por uma alternância.
Uma alternativa capaz de levar o país para onde ele nunca deveria de ter sido desviado.
Uma alternativa que veja no povo o seu objetivo.
Uma alternativa que não veja só o interesse dos mesmos de sempre.
Há muito que está mais do que na hora de o querer eu e mais um punhado bem grande de gente.
É escuro neste momento, tem sido escuro no passado próximo e distante, mas não terá de o continuar a ser.
Precisamos quase todos mesmo, de uma lufada de ar.
Ar que nos faça respirar melhor.
Os apertos e os empurrões para o estado de sítio do costume (leia-se aquele que eu não escolhi) fazem-me achincalhar a alma.
Creio em não me conformar e não me vergar.
Da parte que me é possível tocar, estarei sempre na disposição de contribuir para coisa boa.
Julgo que muitos de vós e não tão poucos como isso também.
Que façamos todos por isso e juntos se possível ainda melhor.
Terá mais força.
Não nos resignemos e não baixemos os braços.
Braços de trabalho.
Braços que sem eles, seremos menos ainda do que aquilo que somos hoje.
Somos muitos mas alguns fazem de nós pouco.
Pouco que importa pouco para os mesmos de sempre, mas sempre muito para quem já fez e estará disposto a fazer muito.
Basta querermos.
Somos nós, muitos e quantos mais, mais força levaremos no caminho para a mudança.
Não é difícil nem está assim tão longe quanto alguns de nós o poderão pensar.
Que nunca nos esqueçamos disto.
Que cada migalha de melhoria seja fruto da nossa luta.
Pouco ou nada é ao acaso e só porque lhes apetece.
Não é por acaso que aos mesmos de sempre lhes apetece sempre o mesmo de sempre.
Que o amanhã seja bem melhor e que cada vez mais, cada um de nós faça dentro das suas possibilidades, por isso.
Rogério Santos
Militante do Partido Comunista Português
Membro da Comissão Concelhia da Moita do PCP
Vogal na União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira














