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Quotidianos

O desastre anunciado não passa afinal da frustrada ambição de uma minoriaPor André Pinotes Batista
Barreiro

A obsessão mediática de alguns, de mãos ternamente enlaçadas nos esquecimentos de ontem, configura o ocaso da égide de um Coelho vivo mas non tropo.
Afinal de contas, não obstante o ruído ensurdecedor de alguns, a Comissão Europeia veio a terreiro esclarecer que estava apenas a analisar o processo.

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O desastre anunciado não passa afinal da frustrada ambição de uma minoria Por André Pinotes Batista Barreiro

Por Jornal Rostos

No dia seguinte ao relatório do Tribunal de Contas Europeu reconhecer que os programas de "assistência" falharam miseravelmente e sem excepção em todas as nações intervencionadas; volvidas menos de 48h depois do embuste eleitoral da devolução da Sobretaxa PaFiana, que se ficou afinal por uns significativos 0%, emergir em todo o seu esplendor; o foco mediático e o esforço do Komentariado debruçaram-se, durante todo o dia, até à exaustão maniaca sobre as naturalissimas negociações em torno do esboço do Orçamento de Estado de 2016.
O assunto é absolutamente relevante para o nosso futuro e, por maioria de razão, inevitavelmente alvo do justo escrutínio público.
A obsessão mediática de alguns, de mãos ternamente enlaçadas nos esquecimentos de ontem, configura o ocaso da égide de um Coelho vivo mas non tropo.
Afinal de contas, não obstante o ruído ensurdecedor de alguns, a Comissão Europeia veio a terreiro esclarecer que estava apenas a analisar o processo.
Respiremos. O desastre anunciado não passa afinal da frustrada ambição de uma minoria.

André Pinotes Batista

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