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Quotidianos

Votar em Carlos Humberto, um cidadão entre cidadãos, é votar na liberdade.Por Clara Soares
Barreiro

Só seremos grandes se nos entregarmos por inteiro a uma causa. Só seremos grandes se nos focarmos nos interesses do nosso Município e não nos interesses e estratégias partidárias e em projetos e ambições pessoais. Só seremos grandes se pensarmos e agirmos juntos, lutando pela construção de um concelho melhor, um concelho atrativo, moderno, sustentável e diferenciador. Um concelho onde todos se sintam felizes. Sermos e fazermos os outros felizes é a nossa missão. Assim, o Barreiro fará a diferença.

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Votar em Carlos Humberto, um cidadão entre cidadãos, é votar na liberdade. Por Clara Soares Barreiro

Por Jornal Rostos

AS RAZÕES DO MEU APOIO À CANDIDATURA DE CARLOS HUMBERTO À PRESIDENDCIA DA CÂMARA MUNICIPAL DO BARREIRO

Para quem me conhece bem, sabe que, partidariamente, não me identifico com a CDU. Para quem me conhece bem, sabe que as minhas simpatias ou opções partidárias não fazem de mim uma pessoa politicamente ativa. Para quem me conhece bem, sabe que, não sendo politicamente ativa, sou uma pessoa e cidadã ativa. Uma cidadã barreirense. Quis o destino que nascesse em Angola, mas que, antes dos 3 anos de idade, viesse viver para o coração do Barreiro, para a Travessa do Loureiro. Desde esse dia, trago o Barreiro no meu coração.

O Barreiro é uma cidade rica. Instalada na margem do Tejo, possui grandes potencialidades de recursos. É rica na sua história, económica, social e cultural, com provas dadas. Também com provas dadas, é rica no que diz respeito à força do trabalho, à criatividade, à união, solidariedade e resistência. Mas não tem sabido fazer bom uso de toda a sua riqueza. É preciso pensar o Barreiro. E pensar o Barreiro
não é só fazer obras, criar artérias e rotundas e colocar hipermercados. As pessoas têm comentado ultimamente que o Barreiro está muito diferente, que está mais bonito. Mas será esta diferença que vemos, no nosso concelho, a diferença que queremos para o Barreiro e Barreirenses? Se é, então queremos muito pouco e o caminho é fácil, pelo que se tem observado. Devemos olharmo-nos ao espelho e
perguntar: É este o rumo certo para o nosso concelho e sua população? É esta a diferença que queremos para os nossos filhos, netos e gerações futuras? Será o caminho da especulação imobiliária e do crescimento do betão o rumo certo para a felicidade da população barreirense? Pensar o Barreiro, desta forma, é pensar pequeno. E nós, barreirenses, podemos ser grandes. Contudo, para ser grande, há
que pensar grande. Citando o grande poeta Fernando Pessoa:

“Para ser grande, sê inteiro: nada/
Teu exagera ou exclui/
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és/
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive"

Só seremos grandes se nos entregarmos por inteiro a uma causa. Só seremos grandes se nos focarmos nos interesses do nosso Município e não nos interesses e estratégias partidárias e em projetos e ambições pessoais. Só seremos grandes se pensarmos e agirmos juntos, lutando pela construção de um concelho melhor, um concelho atrativo, moderno, sustentável e diferenciador. Um concelho onde todos se
sintam felizes. Sermos e fazermos os outros felizes é a nossa missão. Assim, o Barreiro fará a diferença.

Será um pensar comum, um pensar que faça parte de um diálogo também comum, construído numa democracia participada. Pensar o Barreiro, face aos novos paradigmas da sociedade, da economia, da globalização e do planeta, é olhar o nosso concelho e a nossa população com uma nova atitude e mentalidade e trilhar um caminho bem definido, planeado, dialogado, discutido com honestidade,
construído e caminhado em comum. Terá de ser, estrategicamente, suportado para fazer face aos desafios com que nos temos deparado e que, nos anos próximos anos, teremos igualmente de enfrentar. Serão anos difíceis. Já o são para muitos.

Pensar o Barreiro é pensar num concelho em que todos se preocupam com o bemestar de todos e todos opinam, criticam de modo construtivo e participam na resolução dos problemas que afetam esse bem-estar. Fala-se muito em atrair pessoas e investimento para a nossa cidade, mas há que pensar sempre, primeiro, se tudo isso irá ajudar a combater a pobreza, a melhorar a educação, a saúde, a
habitação, o saneamento, a mobilidade ou o estilo de vida. Pensar no Barreiro é pensar nas pessoas, não como seres passivos que se deliciam nas inúmeras obras que estão à vista, mas como seres ativos, participativos, solidários e afetivos.

O Barreiro precisa de candidatos à sua altura. A nossa escolha dessa equipa de candidatos não deve ser uma opção de cor ou bandeira política porque todos sabemos que, dentro de cada partido, há gente credível e gente menos credível.

Devemos procurar conhecer bem esses candidatos. Saber quem são, o que fazem e o que fizeram, que posturas adotam, habitualmente, na comunidade. Isto é mais importante do que conhecer os programas. Programas são ideias, planos e promessas. Conhecer o que fazem e fizeram é conhecer as suas capacidades e sensibilidades. Escolher um candidato é apostar na pessoa que, na nossa opinião, terá a capacidade de nos fazer crescer, de imprimir novas dinâmicas e de construir oportunidades. É bom olharmos para as marcas que essa pessoa já deixou na nossa comunidade, como político experiente e como cívico, para enxergarmos as suas intenções e relembrarmos a forma como essa pessoa lida connosco fora do período eleitoral. Será essa a pessoa capaz de melhorar o nosso dia a dia. Carlos Humberto de Carvalho é essa pessoa. Ele é o candidato certo para fazer essa diferença no Barreiro. Com ele estaremos todos a trabalhar o sentimento de valor. O valor da realidade urbana e rural. O valor da realidade humana. O valor da realidade histórica e cultural. O valor do trabalho, do associativismo. Votar em Carlos Humberto será votar na competência, na simplicidade, na equidade e na confiança. Ele saberá
exercer autoridade sem autoritarismo. Ele saberá ouvir, não apenas ser ouvido. Ele saberá estar no poder, não para estar numa posição de prestígio, não para a fotografia, não para olhar a população de uma posição de comando e destaque.

Estará, sim, para exercer uma política de proximidade, misturando-se com a população, ouvindo as suas opiniões, receios, dúvidas, anseios e sensibilidades, transmitindo confiança, sendo honesto e livre de amarras. Será aquele que irá preferir a modéstia da história do nosso concelho à vaidade de qualquer momento.

Reconheço-lhe a humildade, coragem e humanismo de assumir, perante a população, os seus erros, dando a cara e fazendo destes oportunidades para fazer sempre melhor.
Votar em Carlos Humberto, um cidadão entre cidadãos, é votar na liberdade. Ele é o candidato certo para construir um concelho mais justo e mais humano – um Município por inteiro.

Clara Soares

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