DIGA 33!Por Emanuel Góis
Barreiro

Por Jornal Rostos
DIGA 33!
Por Emanuel Góis
Sendo evidente que o país parece ter parado com esta coisa do campeonato europeu de futebol - o senhor presidente que o diga – esquecendo-se que esta coisa da Covid é coisa para os outros – não deixo de achar “engraçada” - que de graça não tem, de facto, nada - a manipulação das televisões e comunicação social em geral através dos seus comentadores e escribas, os conhecidos “opinion makers” e “ influencers de redes sociais, acenderem rastilhos de enaltecerem, repetidamente, os agora chamados “33”.
Acusam os entendidos nestas coisas dos futebóis e os milhões de apaixonados pelo pontapé na bola do nosso católico seleccionador de futebol de jogar sempre a defender e ganhar quase sempre aflitinho.
Ora bem. O que me espanta nesta, para mim, aparente contradição, é agora esgotarem horas a falar de 33 passes que os jogadores portugueses fizeram entre si antes da bola ter acabado por entrar nas malhas da baliza.
E penso. Se cada vez que os jogadores trocarem a bola em 33 passes até rematarem à baliza do adversário - não faço a mínima ideia quanto tempo duram esses passes - caso não acertem na baliza, então, está tudo explicado.
Por isso, não venham dizer mal do treinador. Se é um homem de fé, ele lá sabe. E a verdade é que Ronaldo lá bateu mais um record. Foi ele que fez o passe “33”.
Os portugueses são assim. Gosto deles. São pessoas de paixão. O brasileiro Scolari que o diga. Fez o que nem o 25 de Abril conseguiu. Colocar na rua tantas bandeiras portuguesas - sem contar com as falsificações chinesas.
Efectivamente, muitas vezes, humildes e servis em demasia; noutras, carregadores de mal cheirosa fanfarronice. É a vida.
Aguardo pela próxima – Diga 33!!!
Emanuel Góis














