Porque me candidato à Assembleia Municipal do BarreiroPor Isabel Mateus Braga
Barreiro
Claro que para potenciar todas as condições, os órgãos autárquicos têm que estar à altura para responder às necessidades da comunidade.

Por Jornal Rostos
Os actuais órgãos autárquicos realizaram obras que não passam de “obrasinhas” mas que, com um bom marketing, deram uma grande notoriedade. Mas pode-se fazer MAIS e MELHOR.
A título de exemplo, o Barreiro carece de uma zona pedonal no centro da cidade para dar mais visibilidade aos comerciantes locais e minimizar o barulho do trânsito constante. Os moradores merecem um pouco de paz.
O Barreiro Velho carece de uma grande intervenção a nível de segurança e limpeza. É impossível passar pelo Barreiro Velho de uma forma tranquila. Há estendais que ocupam os passeios, há carros furtados nos supermercados que obrigam o transeunte a utilizar a faixa de rodagem, o que constitui um perigo para as crianças.
Há que ter atenção aos idosos que, tal como o Papa Francisco mencionou, “ … não são sobras de vida ou desperdícios que possam ser deitados fora. Não percamos a memória de que são portadores, porque somos filhos dessa história e, sem raízes, ficaremos murchos.”
O concelho do Barreiro tem que progredir, tem que ser competitivo e tem que ter ambição. E o PSD tem essa ambição. Basta analisar o seu programa para se verificar que, para além de ambição, o PSD quer mudar o concelho.
Os candidatos à Presidência da Cãmara e Assembleia Municipal nomeadamente Bruno Vitorino e Vitor Castro Nunes têm seguido um percurso sério e transparente e têm uma grande equipa constituída por pessoas competentes e com provas dadas nas diversas áreas.
Da mesma forma, os candidatos às Juntas de Freguesia são pessoas de grande valor e dispostas a trabalhar para as pessoas.
Porque é que eu me candidato à Assembleia Municipal do Barreiro?
- Porque sei que é possível fazer MAIs e Melhor;
- Porque temos projectos exequíveis. Não prometemos Rodas Gigantes nem obras megalómanas só para angariar votos;
- Porque ouvimos os problemas das pessoas;
E, finalmente, porque somos capazes de construir o futuro a pensar nas pessoas. Colocamos as pessoas acima de tudo.
Isabel Mateus Braga














