Dias de «viver Natal»Por Ana Lourenço Monteiro
Barreiro / Seixal
Mais do que nos sacos, o peso (leia-se "algo bom") veio no peito.
Além de ter cedido passagens, com os dois tipos de carro, ajudei um senhor de braço ao peito a colocar sacos no que precisava, agradeci a sugestão ponderada do melhor peixe para assar na peixaria e pisquei o olho a um ´pikeno´ que me olhava. Sorri-lhe

Por Jornal Rostos
Na verdade é isso que nos falta, olhar.
Mais do que nos vermos uns aos outros, devemos olhar uns para os outros, para nos cuidarmos e ajudarmos. Captar pormenores e dar atenção a detalhes.
Se ia com tempo que me permitisse essa "calma". Não, procurei-a em mim. Costumo, aliás, dizer que não perco tempo porque ele não me sobra para desperdiçá-lo.
A única forma de pararmos e abrandarmos no meio da confusão e problemas do dia a dia (e se começou cedo e foi puxado...) é mesmo fazer "slow down".
Entre encontrões e más disposições de quem ia em correria buscar ´isto e aquilo´ porque tinha que ter isso para celebrar o Natal, fiquei à espera de vez para pagar o que me ia para o saco, observando e aprendendo, sempre, com maus e bons exemplos (felizmente).
Que não percamos a oportunidade diária de refletir no bom que já fizemos em cada dia, assim como sobre como podemos ajudar alguém. E, assim, ter esperança de que esse ato se vai repercutir.
O Natal é, na verdade, para se sentir e para ser vivido em nós todos os dias. Foi cerca de meia hora bem investida.
Festas felizes!














