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Quotidianos

Um abril para relembrar, e sobretudo inspirar para pensar o futuro de Portugal e do BarreiroPor Luís Tavares Bravo

Hoje comemoramos o dia 25 de abril, numa era profundamente marcada pela necessidade de renovarmos os laços entre cidadãos e o sistema democrático, que é a fundação de todas as grandes conquistas sociais e humanas da era contemporânea, e sem dúvida de Portugal.

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Um abril para relembrar, e sobretudo inspirar para pensar o futuro de Portugal e do Barreiro Por Luís Tavares Bravo

Por Jornal Rostos

Mais do que a efeméride da data, o espírito de abril deve representar todas as conquistas que estão por fazer, das reformas que construam um país capaz de entregar os meios aos cidadãos para que eles possam prosperar sem dados viciados à partida, um país em que o estado seja um amparo aos portugueses que precisam, mas que não seja uma força de bloqueio que estrangule a economia e a sociedade.

Os tempos são desafiantes. O aumento do descontentamento dos eleitores no centro capitalizado nas derivas populistas não pode ser ignorado, e as ações beligerantes da Rússia trouxeram de volta o espectro de uma "cortina de ferro" no mundo que ameaçam o futuro do mundo, que tem de enfrentar o enorme desafio das alterações climáticas, um combate que num mundo dividido apenas acentuará as desigualdades. E a fase pós pandemia sem dúvida que também trará desafios complexos de gerir, na saúde, no mercado de emprego, e em tantas outras frentes. As cidades também estão a mudar, e a revolução digital tornará mais exigente o trabalho das autarquias em fazerem do seu município, o melhor sítio para viver.

Amanhã, a secção do PSD Barreiro dá início a uma série de conferências, a que chamamos "Tertúlias da Liberdade", e que acreditamos poderem ser um contributo para renovar o espírito de abril. Porque a liberdade não tem donos morais, e vai muito além da discussão da história. Deve e merece ser, a alma para unir e pensar no que queremos fazer para construir o país onde todos podemos prosperar, e onde o Estado tem o papel que tem que ter para ajudar os portugueses a ascender, e não o papel de condicionar e moralizar o que é da esfera da liberdade de cada um de nós. E muito menos o papel de controlar a Democracia.
Viva o 25 de abril! Viva a democracia! Viva Portugal!

Luís Tavares Bravo

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