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Não façam a St André o que foi feito ao LavradioHumberto Faísca
Barreiro

O Barreiro com uma população idosa e um tecido económico a precisar de apoio vê mais um balcão desaparecer, já tinha acontecido na vila do Lavradio , na Verderena e parece que agora vai ser também na vila de ST André .

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Não façam a St André o que foi feito ao Lavradio Humberto Faísca Barreiro

Por Jornal Rostos

As empresas públicas existem para gerar riqueza é certo, mas fundamentalmente para satisfazer as necessidades estratégicas de um pais e ajudar ao seu desenvolvimento económico e social.

Dito isto, a CGD parece não estar a fazer esse papel, porque ao que parece, deseja encerrar 23 agências bancárias de norte a sul do pais dando continuidade a uma estratégia com mais de 10 anos em que tem vindo a encerrar agências ( cerca de 300) .
Sempre que uma agência bancária fecha aumentam as dificuldades para a população e para o seu tecido económico, e para os seus próprios trabalhadores.

Passando os clientes para outras agências em outras localidades, aumenta se a dificuldade dos micro pequenos e médios empresários e da população, em especial, da população mais idosa e com mais dificuldade de locomoção.
No mesmo caminho autista e leviano com os olhos postos apenas no lucro( só neste semestre apresentou um resultado positivo de mais de 4 centenas de milhões) mais uma agência da CGD vai encerrar no concelho do Barreiro, deste vez pretende se encerrar a agência de St André.

O Barreiro com uma população idosa e um tecido económico a precisar de apoio vê mais um balcão desaparecer, já tinha acontecido na vila do Lavradio , na Verderena e parece que agora vai ser também na vila de ST André .
É importante parar este processo de encerramento.

É importante não fazer a St André o que foi feito ao lavradio isolando cada vez mais as populações dos equipamentos que necessitam.
Da parte da autarquia espero ver uma forte oposição a esta decisão que prejudica e muito a população de uma freguesia e um concelho.

Humberto Faísca
BARREIRENSE

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