Network EmpresarialPor Orlando Henrique
Barreiro

Por Jornal Rostos
Este novo formato de fazer negócios, já com alguns anos, começou pela dificuldade de fazer crescer os negócios das empresas.
Alguns Países, nomeadamente os Anglo Saxónicos, desde a Universidade que ensinam como criar Network Empresarial, como fazer e tirar partido do Lobby, como integrar grupos de empresários com objetivos similares, entre outras áreas de empreendedorismo.
Nos Países Latinos, o Lobby e o Network tem tido maior dificuldade na sua expansão, muitas vezes pelas conotações negativas e devido ao mau uso de alguns empresários e empresas.
Por vezes associa-se o Network a atividades ilícitas, com o único objetivo de angariação de clientes, para vendas fraudulentas e criação de riqueza própria, que normalmente acabam com o encerramento das empresas no espaço de 1 a 2 anos.
Desde o final do século passado que esta forma de relacionamento, Network Empresarial, tem vindo a ser adaptada a nível Nacional, havendo já um número muito significativo de empresários, que perceberam as enormes vantagens e potencialidades de estarem ligados a esta forma de fazer crescer os seus negócios.
O leitmotiv destes projetos, especialmente em momentos de crise, é a celeridade dos processos e a acutilância das intenções, pois, estas associações de empresários, conseguem responder mais rápido e assertivamente às necessidades inerentes aos constrangimentos e dificuldades que surgem numa determinada conjuntura.
Historicamente tem-se constatado que, com alguma normalidade, em cada década surge naturalmente e/ou artificialmente uma crise profunda, pelos mais diversos motivos, muitas vezes com graves repercussões económicas para as empresas e sociais para as populações.
Através deste formato empresarial, os empresários podem enfrentar estas dificuldades, agindo, analisando em conjunto e antecipando as decisões mais coerentes e dinâmicas em grupos de Network, fortalecendo a continuidade dos seus negócios e garantindo a sustentabilidade das suas empresas.
Desta forma, em virtude da criação da sua própria rede de negócios, onde existem sinergias, confiança, valorização e contactos in loco de clientes, que irão continuar a precisar dos serviços de muitas empresas, as quais fazem parte desses próprios grupos empresariais.
Nas últimas décadas tem vindo a registar-se um aumento significativo de associações empresariais, de criação de espaços comunitários, muitas vezes liderados pelas próprias autarquias, Centro de negócios, inclusive nos próprios hotéis.
O “nosso” Barreiro está também finalmente a aderir a esta filosofia empresarial, com a criação de alguns espaços e locais onde os empresários se podem reunir, partilhar os diversos pontos de vista, interligando-se e criando pontes e elos para crescer e fortalecer as suas atividades, através de reuniões periódicas, formações e parcerias.
De um modo geral todas as áreas e atividades empresariais, de consumo e serviços, podem ter excelentes benefícios destas associações, bastando só para isso que consigam perceber o enorme valor desta sua associação e a aceitação de um novo paradigma da sua vida empresarial.
Claro que, para tirar usufruir deste enorme potencial de negócio, os empresários terão de ter essa visão e estar disponíveis para fazer o investimento necessário para ter um retorno considerável.
Muitas empresas ao fim de 3, 4 meses, de integrarem estes grupos empresariais, conseguem ter um ROI substancial com uma sustentabilidade ímpar.
Já alguma vez pensou em conhecer algo similar, fazer parte de um grupo empresarial e tirar partido dessa plataforma humana?
Orlando Henrique
Mentor & Coach Trainer
Diretor Regional Mais Negocio














