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Quotidianos

PoesiaÀS DOZE BADALADAS

"" Hoje, quando os meus medos
são uma preocupação, é tempo
de, todos nós, parármos e
pensármos melhor. ""
1 min de leitura

Por Jornal Rostos

ÀS DOZE BADALADAS

Às doze badaladas
fechei os olhos ..., e sonhei,

Sonhei contigo
minha amada liberdade.

Às doze badaladas
abri os olhos ..., e recusei,

Recusei o medo,
a tortura e a maldade.

Às doze badaladas
fecho os olhos ..., e sonho,

Ainda sonho contigo
minha sonhada liberdade.

Às doze badaladas
abro os olhos ..., e recuso,

Recuso que este sonho
seja um sonho de saudade.

21.10.2003
Isaurindo Abegão

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