NÓS E OS OUTROS...POR ESTE RIO ACIMA
Trago-vos o meu abraço fraterno, e não estou preocupado a que clube pertencem ou em que partido militam, o que espero, e a isso vos convido, é que me acompanhem nas minhas preocupações e me ajudem a esclarecer as minhas dúvidas "
Por Jornal Rostos
OS RICOS, OS POBRES...E A VIOLÊNCIA
O grupo dos países mais ricos do mundo, acompanhados por outros que bem gostariam de ser remediados, continua a sua caminhada rumo ao supremo poder absoluto sobre a
economia mundial, e, teimam em não querer compreender nem em aceitar as justas reenvidicações da maioria da população mundial que se manifesta contra tal política, e que aqueles teimam em protagonizar no Forum Económico Mundial.
Ainda no passado sábado, dia 24, em mais uma cimeira, qual comezana à mesa de tão farto banquete, realizada na cidade de Lavros, na Suissa, os manifestantes anti-globalização que, por convição e na defesa dos mais elementares direitos da igualdade e da freternidade entre os povos, e que se rebeldam contra a existência de
modermos explorados e de velhos exploradores, foram, uma vez mais, vítimas dos violentos confrontos entre eles e as forças de polícia, estas às ordens daqueles que por posse do poder aniquilam as vozes reclamantes e desmobilizam os que, em
desacordo, pretendem manifestár-se.
O PCP E OS RENOVADORES
Também no passado sábado, dia 24, numa unidade hoteleira de Lisboa, decorreu o II Encontro Nacional do Movimento da Renovação Comunista.
Desse encontro, o que mais ressaltou foram as divergências, entre os seus membros, quanto ao futuro daquele Movimento Renovador.
Uns, defenderam e apelar à formação de uma novo partido político no quadro nacional da política partidária.
E, que falta faz à política portuguesas, e, em particular ao próprio Partido
Comunista Português !
Outros, defenderam e apelaram à continuação do referido Movimento da Renovação Comunista tal como está, sem que eu, e muitos outros, perceba onde está a reclamada renovação. Defendem tal opcção com receio que, enquanto partido, mais não pudesse
ser uma mera organização, sem grande capacidade e poder de intervenção na vida política nacional.
São pontos de vista, de quem está bem e que se contenta com pouco. Eles lá sabem porquê !
A MADEIRA, OU O FALSO PARAÍSO
O Tribunal de Contas, levou a efeito uma Auditoria Operacional ao Rendimento Mínimo Garantido, o qual resultou de uma iniciativa político-governativa do governo do Partido Socialista e da determinação de António Guterres, Ferro Rodrigues e Paulo Pedroso.
Sem prejuizo de erros e falhas, a verdade é que, tal programa, aplicado no
Rendimento Mínimo Garantida, como solução imediata, atendeu a tantas e tantas famílias carenciadas como medida de grande apoio social.
Dessa Auditoria Operacional, ficou apurado que na Região Autónoma da Madeira, só em 2001, sete por cento da sua população, o equivalente a 16.816 famílias, beneficiava do referido programa do Rendimento Mínimo Garantido, no caso, na forma de
assistência humanitária.
Ora tal situação, pensada e concretizada por iniciativa de um governo do Partido
Socialista, em nada abona a arrogância política do Dr. Alberto João Jardim, antes
pelo contrário, confirma que, na Pérola do Atlântico, a infiabilidade de um "dito"
paraíso.
Destas circunstâncias nunca ouvimos do Presidente daquele Governo Regional, uma única palavra.
Será que reconhecer o Rendimento Mínimo Garantido, é admitir que, para muitos, a Madeira é um falso paraíso ?
Isaurindo Abegão
isaurindoabegao@netcabo.pt














