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Mais olhos que barriga...Estação da Penalva não é servida pelos TCB’s

A qualidade de vida das pessoas, que todos pretendemos melhorar, está hoje cada vez mais, ameaçada nas áreas metropolitanas por factores relacionados com a mobilidade.

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Mais olhos que barriga... Estação da Penalva não é servida pelos TCB’s

Por Jornal Rostos

Mais olhos que barriga...

“A estação da Penalva (comboio da ponte) não é servida pelos STCB, nomeadamente não foi permitido até à data o prolongamento da carreira 16 até à estação. Será que esta situação se enquadra no texto que transcrevo abaixo?” – pergunta um leitor de “rostos on line” no nosso FÓRUM.

Acrescenta o leitor : extractos retirados de www.portugal.gov.pt

Posse da Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa

Intervenção do Ministro das Obras Públicas, Transportes e Habitação, na posse da Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa

”Estamos hoje aqui, formalmente, a investir em funções a comissão instaladora da Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa.

Trata-se de um importante momento político em que se cumpre uma das propostas do programa do governo para a área dos transportes, e em que, simultaneamente, se reúne um consenso alargado entre o governo e as autarquias da Área Metropolitana de Lisboa, em torno de uma necessidade comum.

É uma necessidade que conheço bem, não só como cidadão ou como responsável político, mas também como autarca, pois tive responsabilidades nesta área durante o período em que, com muita honra, exerci as funções de vereador da Câmara Municipal de Lisboa, e cuja necessidade é necessário acentuar.

Com efeito, a qualidade de vida das pessoas que todos pretendemos melhorar, está hoje cada vez mais, ameaçada nas áreas metropolitanas por factores relacionados com a mobilidade:

o tempo que se gasta nas inúmeras deslocações que somos obrigados, ou queremos fazer, durante o dia;
as opções de deslocação à noite, ou durante os fins-de-semana;
a segurança; ou ainda
a facilidade com que acedemos aos nossos locais de destino mesmo quando as nossas condições físicas e pessoais de mobilidade começam a ser mais gravosas.

A formulação de políticas de transportes sustentáveis, que permitam satisfazer as necessidades de mobilidade das pessoas, no acesso aos bens e serviços, ao emprego, à educação, ao lazer ou à informação, em condições de segurança, em harmonia com a saúde das populações, com os ecossistemas, e no respeito pelo compromisso entre gerações, terá uma expressão pública na actividade da Autoridade Metropolitana de Transportes.
Senhores presidentes de câmara,

Esta é uma proposta política de um governo que acredita na vontade e capacidade dos autarcas para encontrarem soluções para os problemas dos que lhes estão mais próximos, e ao mesmo tempo não enjeita sentar-se a uma mesma mesa para apoiar uma transição segura e sustentada do actual quadro funcional.

A alteração do modelo institucional de organização dos poderes públicos dos transportes metropolitanos contribuirá certamente para a construção de uma nova atitude relativamente à mobilidade, por parte de cidadãos e responsáveis políticos, que urge apoiar.

É essa a missão da comissão instaladora da Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa.

É uma missão que não é fácil, que exige capacidade de diálogo, criatividade para construir soluções, seriedade e dedicação. Mas é por isso mesmo que foram escolhidos para presidente a Srª. Drª. Marina Ferreira, e para vogais o Sr. Engº Guilhermino Rodrigues, o Sr. Dr. João Navega, o Sr. Dr. José Sequeira e o Sr. Eng.º Óscar Amorim.”

Nota da redacção - Texto retirado do FÓRUM de “Rostos on line”.

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