A insegurança e a nossa liberdadePor José Bastos
Por Jornal Rostos
Foram melhoradas todas as infra-estruturas dos bairros sociais, construídos espaços verdes e colocado equipamento urbano. Quem visita Montijo não diferencia os bairros sociais dos outros espaços urbanos. Está tudo limpo de lixo e as zonas verdes bem tratadas.
A câmara tem aproveitado em parcerias com o governo todos os programas para promover a inclusão social.
A comunidade local está sensibilizada para este problema pois sabe que ele afecta todas as classes e o Montijo tem uma sociedade interclassista que sempre viveu sem agressividade.
As questões de segurança estão na ordem do dia e na zona Norte da Área Metropolitana de Lisboa as pessoas sentem-se inseguras e com medo. Os roubos são constantes e mesmo aquelas pessoas que nunca foram roubadas só por ouvirem falar dos assaltos ficam inseguras e com medo.
No Montijo não só existe segurança, como as pessoas se sentem seguras e sem medo.
Já não sou criança nenhuma, vou para casa todos os dias depois da meia noite e nunca tive o mais pequeno problema. Passo junto a um bar, numa rua estreita, com dezenas de jovens dentro do estabelecimento e na rua e nunca senti medo, nem tinha motivo para tal, porque nunca existiu a mais pequena provocação.
Com a Ponte Vasco da Gama e o novo aeroporto, o Montijo vai crescer com gente que tem que ser integrada na nossa comunidade. Mesmo que a população aumente muito, com preocupações sociais e políticas correctas a cidade de Montijo será sempre segura.
Os políticos eleitos são os primeiros responsáveis pelas políticas de coesão social para evitar a insegurança, mas este assunto é de tal importância que toda a comunidade tem obrigação de estar interessada e colaborar de uma forma solidária.
Se tivermos insegurança e medo de sair à rua, está em causa a nossa liberdade, e esse é o nosso bem mais precioso.
Com tempo, o Montijo tem todas as condições para construir uma cidade média de 80.000 habitantes, em que haja segurança e amor à liberdade.
José Bastos














