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Quotidianos

O Museu Agrícola da AtalaiaPor José Bastos

Não é fácil conseguir um museu agrícola, num local com tantas tradições como é o Santuário da Atalaia, cujas populações só viviam da agricultura e que é composto por um lagar de azeite, adega, alambique e grande quantidade de alfaias agrícolas e utensílios para a agricultura.

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O Museu Agrícola da Atalaia Por José Bastos

Por Jornal Rostos

A Câmara Municipal de Montijo inaugurou no dia 25 de Abril a obra de reconstrução do Museu da Atalaia.

É uma obra notável que merece ser visitada pelos nossos munícipes e por todas as pessoas que nos visitam. As pessoas que hoje têm menos de quarenta anos não conheceram as peças que estão expostas no museu e que tiveram uma importância fundamental na vida dos nossos antepassados durante séculos.

É de certeza um dos melhores museus agrícolas da Área Metropolitana de Lisboa.

O Museu está instalado num local de eleição, num monte de uma antiga quinta, mesmo junto à escadaria do Santuário da Nossa Senhora da Atalaia.

O recheio do Museu é composto por peças que existiam na quinta e muitas outras que foram oferecidas pelos nossos munícipes.

Não é fácil conseguir um museu agrícola, num local com tantas tradições como é o Santuário da Atalaia, cujas populações só viviam da agricultura e que é composto por um lagar de azeite, adega, alambique e grande quantidade de alfaias agrícolas e utensílios para a agricultura.

Este museu vai mesmo ao encontro das nossas raízes mais profundas.

Como defensor acérrimo dos interesses do Montijo, quero felicitar a Câmara pelo interesse que tem mostrado na recuperação do nosso património histórico. E não é o só recuperar é faze-lo com grande qualidade.

José Bastos

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