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Quotidianos

Extractos de uma página social IIPor José Assis

O Governo de Gestão declarado pelo Senhor Presidente da República é inédito, tenho dúvidas quanto ao seu enquadramento constitucional, mas há uma coisa que sei : é um acto de com impacto eleitoral de uma pessoa que já viu que a oposição a este Governo é fraca, fraca, fraquinha.

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Extractos de uma página social II Por José Assis

Por Jornal Rostos

Mais uma vez o meu artigo de opinião no Rostos é uma súmula das publicações que efectuei na minha página Facebook. Podem procurar-me ( José Manuel Assis) que encontrarão outras coisas mais.

Heloísa Apolónia escreveu que o António Chora, do BE e dirigente sindical na Autoeuropa, foi ao jantar de homenagem a Manuel Pinho e disse : "palavras para quê?" e eu, quanto ao que a Deputada do PEV escreveu digo: comentários para quê? o que seria se estivesse no poder, decretaria com quem as pessoas podem jantar? Às vezes são estas pequenas coisas que são grandes pistas.

A invocada descida de popularidade de Obama, em especial quando o Presidente está a proceder à reforma da saúde, a defender a intervenção pública na resolução da crise económica e financeira e a dialogar com os países a quem Bush tinha virado as costas só pode representar uma realidade: Este Obama, o Senhor Presidente Obama, é o mesmo Obama candidato à Presidência dos E.U.A. A tomada de posse não fez mudar as suas convicções. O que tem de ser feito, tem de ser feito.

O Governo de Gestão declarado pelo Senhor Presidente da República é inédito, tenho dúvidas quanto ao seu enquadramento constitucional, mas há uma coisa que sei : é um acto de com impacto eleitoral de uma pessoa que já viu que a oposição a este Governo é fraca, fraca, fraquinha.

Parece que a Drª Ferreira Leite sempre concorda com as medidas deste governo. Não tenho por hábito fustigar os meus adversários políticos quando estes demonstram desnorte e, por isso, serei soft: O PSD está reactivo e não tem capacidade próactiva, ou seja, não tem capacidade governativa.

Sobre o lamentável acidente mortal ocorrido ontem na linha Metro Sul Tejo em Corroios, considero esta posição ( ver infra) totalmente precipitada e extemporãnea, não a acompanhando, tendo já proferido declarações sobre a matéria.( a posição em causa é a do vereador Joaquim Santos e está no Sol)

Manuela Ferreira Leite não tem dúvidas quanto ao que deve ser a natureza futura das funções do Estado, constitucionalmente garantidas: Estado nem vê-lo.Basta ler uma entrevista dada num passado próximo ao Público para perceber.Discordo.
Curiosamente não vejo nem Louçã nem Jerónimo a defender a manutenção das funções do Estado. O que se passa?
Neste contexto económico e social o caminho a seguir não é o da privatização das funções do Estado. Seguramente que esse modelo já deu mostras de falhado.

Apesar do titulo, as minhas declarações sobre o acidente de ontem no MST. http://www.facebook.com/ext/share.php?sid=126825080548&h=kvail&u=Hsf5j&ref=mf

O abandono escolar foi reduzido e vem aí a obrigatoriedade de frequência escolar até ao 12º ano com apoio social. Avançamos?

Mais de um milhão e duzentos mil computadores foram já distribuídos pelo Estado, garantindo o acesso à utilização informática, em especial nos mais jovens. Digam o que disserem o plano tecnológico está em curso com esta e outras medidas, entre as quais a desmaterialização de actos que hoje se praticam com um clique e com a simplificação de procedimentos. Paramos ou avançamos

Cerca de 40% da electricidade produzida em Portugal provem de energias renováveis. A agenda da modernização está em curso e a factura energética beneficiará o consumidor. Na Europa dos 27 somos o 3º. Paramos ou avançamos?

José Assis.

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