Margem Sul, um processo de transformação. Quem tem medo do futuro?Por José Assis
Contudo, essas declarações não passaram de um episódio, um incidente já vivido e que, porventura, acabou por servir de sinal positivo para que na Margem Sul os investimentos públicos não ficassem parados e fossem hoje uma realidade.

Por Jornal Rostos
O lançamento do projecto do Arco Ribeirinho Sul,efectuado por José Sócrates e os Autarcas da Margem Sul,não pode deixar dúvidas da vontade séria e empenhada com que este governo trabalhou para o progresso de uma região,por um lado, e a predisposição para dar continuidade a esse trabalho, assim a população democráticamente o queira.
Aquando das, aliás infelizes e assim já assumidas, declarações de Mário Lino sobre a Margem Sul, insurgi-me públicamente, como de resto, é meu hábito faze-lo. Senti que Mário Lino tinha proferido aquelas afirmações num quadro estritamente conjuntural e que, ao proferi-las, pesou o facto da sua origem politica,ou seja, ter sido um quadro de relevo e destaque do PCP, com funções de importância elevada nesse partido.
Contudo, essas declarações não passaram de um episódio, um incidente já vivido e que, porventura, acabou por servir de sinal positivo para que na Margem Sul os investimentos públicos não ficassem parados e fossem hoje uma realidade.
Por outro lado, em Junho/Julho de 2006, numa resposta que dei ao Correio da Manhã, perguntado sobre o que pensava da acção governativa e enquanto autarca eleito pelo PS no Seixal, respondi que não estava muito agradado com a forma como as coisas estavam a ser conduzidas, nomeadamente quanto aos investimentos do governo no meu Concelho parecendo que os deputados do meu partido não os estavam a acarinhar muito,sendo que dessa noticia, o que se sublinhou mais, foi uma frase em que eu disse que : "no PS não há vacas sagradas" e como referi um conjunto de nomes de camaradas meus deputados, logo o titulo foi o de que eu estava a chamar "vaca sagrada" ao cabeça de lista por Setúbal, na circunstância o Dr António Vitorino. Calcularão que, de resto um pouco com um jeito de periferia pouco habituada a um certo confronto com o poder centralizado, fui destinatário de alguns comentários que registei para o então futuro e o futuro próximo. No entanto, o que é certo é que os investimentos públicos estão na Margem Sul e o futuro passa por aqui. Quem tem medo do futuro?
Como uma vez ouvi de um Autarca conhecido no meu concelho, na Margem Sul é preciso "andar a arrancar pregos com os dentes."
Pois bem, este governo teve a coragem de investir na Margem Sul do rio Tejo, a margem esquerda.
Fica para o relato da história os episódios. Fica para a construção do futuro a obra. Eu sou uma pessoa feliz porque posso dizer ao povo que me elegeu: dever cumprido.
Quem tem medo do futuro?
José Assis














