Saltar para o conteúdo
Quotidianos

A pressão urbanística de que falava o Presidente da República (Jorge Sampaio) no ano 2000, quando visitou o MontijoPor José Bastos

Nove anos é tempo suficiente para constatar que a Câmara de Montijo, resistiu à pressão urbanística de que o Presidente falava e hoje temos um urbanismo de qualidade com avenidas, praças, passeios largos com calçada à portuguesa, zonas verdes, as valas por onde correm as água das chuvas protegidas e espaços suficientes para construir todos os equipamentos necessários à vida da cidade. Edifícios com uma qualidade excelente projectados por arquitectos que não têm nenhuma relação directa ou indirecta à Câmara.

3 min de leitura
A pressão urbanística de que falava o Presidente da República (Jorge Sampaio) no ano 2000, quando visitou o Montijo Por José Bastos

Por Jornal Rostos

No dia 6 de Julho do ano 2000, o senhor Dr. Jorge Sampaio, visitou o Montijo, na qualidade de Presidente da República.

Transcrevo parte dos discursos do Presidente da República e da Presidente da Câmara de Montijo, para mostrar que a estratégia seguida pela Câmara nos últimos nove anos, conduziu aos objectivos dos discursos dos dois políticos.

“O Senhor Presidente da República alertou para o facto de vir a ser exercida uma grande pressão urbanística sobre o Montijo. Encorajou os Montijenses a defenderem uma boa qualidade de vida para o seu território e disse que o que se passou em Almada nos anos sessenta com a construção da Ponte 25 de Abril, não se pode repetir no Montijo, com a construção da Ponte Vasco da Gama.”

“A senhora Presidente da Câmara de Montijo no seu discurso político disse o que queria para o seu concelho: vida própria ,coesão social, espaços culturais de desporto e de lazer. Não quero condomínios privados nem que os carenciados vivam todos juntos na periferia da cidade. Sublinhou que a cidade é para todos e as pessoas têm que ser integradas, independentemente da sua condição social.”

Nove anos é tempo suficiente para constatar que a Câmara de Montijo, resistiu à pressão urbanística de que o Presidente falava e hoje temos um urbanismo de qualidade com avenidas, praças, passeios largos com calçada à portuguesa, zonas verdes, as valas por onde correm as água das chuvas protegidas e espaços suficientes para construir todos os equipamentos necessários à vida da cidade. Edifícios com uma qualidade excelente projectados por arquitectos que não têm nenhuma relação directa ou indirecta à Câmara.

Não foram autorizados condomínios privados e junto aos Bairros Sociais têm sido construídas moradias unifamiliares e prédios de habitação colectiva de venda livre, uma política inclusiva.

Iluminação nova em todo o concelho com lâmpadas de consumo reduzido, água em quantidade e qualidade por todas as freguesias, tratamento de esgotos, esgotos pluviais de superfície no Bairro dos Pescadores para acabar com as cheias. Completaram-se todas as infra-estruturas que faltavam de um processo que se iniciou nos anos quarenta do século passado.

Temos estacionamento para todos (grátis) no centro da cidade, caso único na AML e no país, em cidades com a dimensão da nossa.
Neste mandato foram executadas duas grandes obras: a requalificação da zona ribeirinha e a circular externa.
A cidade de Montijo está a crescer de uma forma sustentada, solidária e com uma qualidade de excelência.

José Bastos

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção