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Quotidianos

O mundo é pequenoPor José Assis
SEIXAL

Além de tudo o mais, hoje, visitando a Escola Primária no Seixal, conseguimos ver sinais bem claros da sua presença. E se nos debruçarmos sobre a história das farmácias no Concelho veremos que a primeira farmácia que António Augusto Louro fundou e nela trabalhou foi em Amora , depois no Seixal e a seguir em Arrentela.

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O mundo é pequeno Por José Assis SEIXAL

Por Jornal Rostos

Quiseram os caminhos da vida que me cruzasse com um dos netos de António Augusto Louro, figura importante no nosso Concelho ( Seixal) na sua história e que ficou perpetuada , para além do seu nome numa rua na Aldeia de Paio Pires, por um agrupamento vertical de escolas, também com o seu nome ( Escola Básica nº 2 e 3 dr. António Augusto Louro) como por uma ligação estreita ao processo de alfabetização no nosso Município no inicio do século XX e uma actividade riquíssima ao nível cívico e politico que levou a uma participação activa no movimento que levaria à implantação da República em 1910.

Além de tudo o mais, hoje, visitando a Escola Primária no Seixal, conseguimos ver sinais bem claros da sua presença. E se nos debruçarmos sobre a história das farmácias no Concelho veremos que a primeira farmácia que António Augusto Louro fundou e nela trabalhou foi em Amora , depois no Seixal e a seguir em Arrentela.
O Município comemorou a realização da primeira Festa da Árvore realizada no Seixal em 1907 ( ou seja o centenário dessa festa) que ocorreu, então, sob o patrocínio e trabalho intensos, mais uma vez, de António Augusto Louro, sem o qual seria impossível esse manifesto cultural.

Um vida riquíssima do ponto de vista cívico, da participação e da iniciativa para o bem comum. Um bom exemplo, portanto.

Conhecer a história, entender o presente .

Já sugeri que o neto de António Louro desse um contributo , quem o conhece sabe que honra muito bem a linhagem , para o enriquecimento da nossa história e para o conhecimento do passado. Aceitou o desafio, aliás vindo dele só poderia ser assim.

Aguardemos , pois, essa transmissão de conhecimento , informal e preciosa.

Pode ler esta crónica no Comércio do Seixal e Sesimbra desta semana.

José Assis

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