MUDAR DE VIDA…Por Nuno Magalhães
Setúbal

Por Jornal Rostos
…É preciso! Mais do que nunca, é isso mesmo que o País, e o Distrito, precisa – Mudar de Vida. Acabar com as “falsas” promessas de obras faraónicas que nunca chegaram a um Distrito que tem problemas de mais para que se pense em fazer estes investimentos que poderão por em causa gerações de portugueses, sem que, tão pouco, obras “médias” e essas sim muito necessárias, foram ainda feitas ou sequer saíram do “papel”, como é o caso de Hospital do Seixal que contínua por fazer e a por em causa a saúde de milhares de homens e mulheres cujo único “azar” parece ser ter nascido no Seixal ou em Almada. Mudar de vida, para combater o abandono a que milhares de Agricultores do Montijo, da Moita, de Palmela, de Alcácer, Santiago ou de Grândola foram votados por um governo que ainda não percebeu da importância deste sector para a economia nacional, sobretudo em tempos de dificuldade. Mudar de vida, acabar com o escândalo que é o Estado pagar para que os pescadores da Costa da Caparica, de Sesimbra ou de Setúbal abatam os seus barcos e deixem de ir para a “faina”, como o fizeram durante séculos! Mudar de vida, acabar com a violência nas zonas urbanas do Seixal, de Setúbal ou de Almada onde ainda existem “territórios sem lei” controlados por uma minoria e onde a polícia tem, por vezes, dificuldade de entrar e, quando o faz e detém um criminoso, mais depressa este saí por ordem de um juiz que pouco mais pode fazer perante leis irresponsáveis, aprovadas pelo célebre pacto de justiça PS-PSD e que parece mais pensar nos criminosos (e nos seus direitos) do que nas vítimas (que, é bom recordar, também os têm…). Mudar de vida, deixar de pagar principescamente a gestores de empresas públicas, municipais e institutos que dão, ainda para mais,
prejuízo todos os anos e onde o critério de acesso mais importante parece ser ter o “cartão rosa ou laranja”, enquanto os pensionistas de 179, 232 e 274 euros vêm as suas pensões, já de si miseráveis e que deviam envergonhar um País da União Europeia, congeladas por um PEC injusto e que iria trazer ainda mais pobreza e recessão ao nosso País.
O CDS não é, nunca foi, um Partido de alternância como têm sido nos últimos trinta e seis anos, o PS e o PSD, mas também não é, nem será, um partido apenas de “protesto”, que jamais poderá influenciar a governação e ser parte da solução. É, isso sim, uma verdadeira alternativa. Faremos uma campanha condizente com o estado ao que o País chegou: rigorosa, austera, responsável mas convicta. Não iremos usar “outdoors” que são caros, privilegiaremos o contacto com o eleitorado, ouvindo mais do que falando e, sobretudo, propondo muito mais do que prometendo. Não vamos insultar ninguém, se outros querem passar o tempo no “passa culpas”, não contam connosco pois os portugueses são inteligentes e sabem de quem foi a responsabilidade, ao longo de mais de 2300 dias, e quem não parece ser uma alternativa segura e coesa. O CDS, como sempre, assumirá as suas responsabilidades, pela positiva e para mudar, mudar mesmo de vida! O País precisa!
Nuno Magalhães
Cabeça de Lista do CDS-PP pelo Distrito de Setúbal














