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Quotidianos

Nunca uma mudança foi tão importantePor Bruno Vasconcelos
Seixal

Há uma necessidade vertiginosa de uma alteração de caminhos, programas, orientações, para se conseguir emergir do beco sem saída em que Portugal se encontra e de pessoas com os pés bem assentes na Terra, com ideias sólidas e concretas, muito ao contrário do que hoje se constata no líder socialista.

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Nunca uma mudança foi tão importante Por Bruno Vasconcelos Seixal

Por Jornal Rostos

Ninguém no seu pleno estado de consciência e seriedade pode negar que Portugal vive uma situação bastante complicada a nível politico, social e económico, muito devido à (des)governação do Partido Socialista. O pedido de ajuda externa deveu-se ao culminar de uma gestão ruinosa por parte dos socialistas nos últimos 15 anos e não pelo chumbo do PEC IV, como toda a máquina "Socrática" tenta passar nos meios de Comunicação Social. Havia cada vez mais uma situação eminente de bancarrota e de o Estado não conseguir cumprir com as suas obrigações, e este é um problema que nenhum país no seu pleno estado de soberania deveria ter que passar.
Há uma necessidade vertiginosa de uma alteração de caminhos, programas, orientações, para se conseguir emergir do beco sem saída em que Portugal se encontra e de pessoas com os pés bem assentes na Terra, com ideias sólidas e concretas, muito ao contrário do que hoje se constata no líder socialista.
De facto, o Estado Social ficou mais fragilizado com todas as medidas do governo demissionário, bem como a cada vez mais a acentuada descredibilização na classe política deve-se, em grande parte, a toda a envolvência dos negócios obscuros e manipulações que sempre envolveram o antigo primeiro-ministro e de novo candidato, José Sócrates, e que nunca foram bem explicados. Tudo isto causa insegurança, desconfiança e receios ao investimento externo, que deve ser encarado como uma prioridade enquanto gerador de emprego e riqueza, assim como abrandar o endividamento externo insustentável que poderá hipotecar o desenvolvimento das gerações futuras.

Por estas mesmas razões, as próximas eleições legislativas são de um elevado grau de importância, muito pela razão que está em jogo: a necessidade de haver uma mudança que provoque nas pessoas o espírito de conquista que sempre caracterizou o povo português e não esta apatia de aceitação da derrota que hoje vivemos. Há que voltar a acreditar que é possível retomarmos o caminho que nos pode levar ao sucesso e cabe a nós, jovens, ter esse papel activo e preponderante na mudança que todos esperamos que aconteça. Votar foi um direito que se adquiriu há 35 anos e, agora mais que nunca, deveria ser uma obrigação de cidadania para que possa, efectivamente, haver uma alteração do caminho longo que temos de trilhar.
No dia 5 de Junho, o que se espera não é só a mudança de um governo, de um partido ou até mesmo de uma pessoa, mas, também, da mentalidade dos portugueses e na esperança de renascer um D. Sebastião em cada um nós e encarar os desafios como oportunidades de sucesso para colocar de novo Portugal no rumo da vitória.

Bruno Vasconcelos
Vice-Presidente da JSD Seixal

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