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Passo, a Passos, a oportunidade de desenterrar SetúbalPor Pedro Tomás
Seixal

O distrito de Setúbal tem de saber tirar o melhor partido das suas vantagens competitivas naturais e logísticas: condições excepcionais para a agricultura, pesca e indústria, proximidade à Capital e centro de decisão do país e riquezas naturais e turísticas únicas.

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Passo, a Passos, a oportunidade de desenterrar Setúbal Por Pedro Tomás Seixal

Por Jornal Rostos

Em plena pré-campanha, vemos o PS, a comunicação social e os próprios cidadãos anónimos a discutirem a estratégia do PSD para Mudar Portugal. Goste-se ou não, concorde-se ou não, o facto é que hoje se discutem as ideias laranjas para o país, enquanto que da candidatura socialista se discute... Sócrates.
A difícil situação do país, e em parte da própria política nacional, fez ressurgir em cena um idealista – Pedro Passos Coelho. Longe dos tempos em que a sua irreverência de pensamento e visão para o país viviam à sombra de outros, o presidente do PSD teve há menos de dois anos a oportunidade de influenciar directamente o rumo de Portugal.
A força deste PSD, assente em cada um dos seus militantes, advém da Visão assumida da sua liderança e abraçada pelas suas bases. Mais do que esperar que os portugueses acordassem do coma em que a dependência do Estado socialista os deixou, o PSD diagnosticou as causas, definiu os objectivos e estudou as soluções para os problemas estruturais do país.
Existem hoje, no nosso país, apenas duas opções políticas que têm Visão para governar: o partido comunista, com uma visão historicamente tatuada da sociedade e da economia, embora ultrapassada e inexequível; e o PSD com uma visão estrutural concreta e actualmente adequada para a situação.
Em plena campanha, vemos o PS, a comunicação social e os próprios cidadãos anónimos a discutirem a estratégia do PSD para Mudar Portugal. Goste-se ou não, concorde-se ou não, o facto é que hoje se discutem as ideias laranjas para o país, enquanto que da candidatura socialista se discute... Sócrates.
O CDS-PP, enquanto partido, é importante enquanto oposição, dado que prepara os temas e desafia os governantes a aplicarem-se de forma séria nas suas funções. Alguns dos seus militantes enquanto actores políticos são, pela sua capacidade e preparação, aliciantes para a governação. Uma maioria absoluta do PSD nestas eleições daria ao líder de governo a oportunidade única de escolher livremente aqueles, que independentemente do seu partido, seriam as melhores opções para aplicar as políticas estratégicas para Portugal.
A política económica do PSD não contempla um Estado que se substitui à iniciativa privada. Antes, a orienta e auxilia para encontrar o melhor caminho para o seu sucesso e desenvolvimento das regiões e fortalecimento da economia. Os planos laranjas implicam a mobilização do capital e do trabalho para as oportunidades de crescimento, a aposta na formação e rejuvenescimento do tecido empresarial e o aproveitamento de clusters empresariais que tornem mais competitiva a economia.
Temos de nos afastar da falta de rumo da última década, temos de pensar a prazo com enfoque nos resultados sustentáveis que nos permitam fazer face aos desafios imediatos: um país que nada produz tem de importar o que consome, ao importar deixa sair a sua riqueza, se deixa sair a riqueza como vai investir no crescimento da economia, criação de riqueza e criação de emprego?
Para agravar esta situação, tivemos durante a governação socialista, em especial durante os mandatos do actual Secretário-Geral do PS, um aumento exponencial dos Gastos do estado em despesa pública corrente (atingiu os 42,4% do PIB em 2010) e investimentos ruinosos sem retorno social ou económico para os portugueses.
No nosso distrito, os problemas sociais, de emprego e de perda de competitividade do tecido empresarial/industrial assumem-se como prioridades estruturais. Assim, a lista de deputados contemplou como cabeça de lista a Drª Maria Luis Albuquerque, conceituada académica e com experiência profissional na área económico-financeira e, nos lugares cimeiros, dirigentes distritais com grande ligação, trabalho e conhecimento do Distrito de Setúbal, como Bruno Vitorino, Pedro do Ó Ramos, Nuno Matias e Maria das Mercês Borges, deputada, ex-governadora civil e com importante experiência na temática do desemprego com suas passagens pelos Centros de Emprego de Barreiro e Montijo e de Formação Profissional do Seixal.
Esta escolha denota a preocupação da liderança distrital e nacional do partido em estimular a competitividade empresarial e o empreendedorismo, de forma a criar riqueza na região para fomentar o emprego de forma sustentável.
O distrito de Setúbal tem de saber tirar o melhor partido das suas vantagens competitivas naturais e logísticas: condições excepcionais para a agricultura, pesca e indústria, proximidade à Capital e centro de decisão do país e riquezas naturais e turísticas únicas.
Apostar, como tem sido reiteradamente afirmado pelo PSD, na modernização da produção, na distribuição, logística e na investigação e desenvolvimento, dinamizando-se cadeias de valor é essencial para ultrapassar o anémico actual modelo industrial. Articular o ensino, investigação e formação profissional de acordo com a estratégia de desenvolvimento e crescimento económico para o distrito, apostando na sinergia entre as políticas de fomento da competitivade e responsabilidade social e a revitalização da iniciativa privada é a única forma de aproveitar as capacidades e competências dos nossos cidadãos e das empresas do distrito.
Agora que chegámos ao limite temos duas opções: continuar a aceitar as mentiras descaradas e a permitir ao PS manter um aparelho de interesses próprios ou apostar no PPD-PSD que se lançou ao desafio da governação com um programa estruturado, pensado e exequível orientado para o crescimento económico e o desenvolvimento de Setúbal e de Portugal. Eu escolho a esperança e a competência de Pedro Passos Coelho e da lista laranja de deputados a Setúbal!

Pedro Tomás
Vogal da Comissão Política Regional da JSD de Setúbal
Militante do Seixal

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