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Quotidianos

Renovaçao e ConfiançaPor Henrique Silva

O Povo nao só deve ser, mas deve também existir, pensar e agir, com aquilo que lhe pertence, como parte integral e básica da sociedade e da Democracia, instrumento basal da coexistencia pacifica.
Que Constitucionalidade, que direito Constitucional deseja o Povo, que o assista!
Estas sao as perguntas e as respostas que se fazem esperar.

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Renovaçao e Confiança Por Henrique Silva

Por Jornal Rostos

Considerando racionalmente o desenvolvimento dos acontecimentos, considerando os instrumentos democráticos que o Povo tem, como para tomar as rédeas do seu Destino.
Considerando o grau de sensatez, de maturidade e de sexto sentido do Povo, quem vai agora recuperar a confiança que se há perdido, num contexto de autentica anarquia política, tecnocrática e social que se diagnosticam nos tempos atuais?
Sugiro a possibilidade de um Referendo, que permita dar inicio ao resgate da dignidade perdida. Saber definitivamente, aquilo que pensa e que quer o Povo para a sua vida, o seu modelo de sociedade futura, desde o seu quotidiano atual.
Que tipo de Democracia ( se representativa ou participativa – sem misturar uma coisa com a outra ), em que o País deseja viver ? Sem a-prioris, porque a Soberania sobranceia sempre.
Que tipo de Governaçao? Que tipo de Economia. Que tipo de Ambiente natural e colectivo.

O Povo nao só deve ser, mas deve também existir, pensar e agir, com aquilo que lhe pertence, como parte integral e básica da sociedade e da Democracia, instrumento basal da coexistencia pacifica.
Que Constitucionalidade, que direito Constitucional deseja o Povo, que o assista!
Estas sao as perguntas e as respostas que se fazem esperar.

Para que isso suceda, os chamados líderes ou representantes sociais, têem que ser claros nas suas linhas ideológicas; devem ser pedagógicos sem retórica, éticos, ganhar a Confiança plena, ser honestos, esclarecidos, atinados, preparados, humildes servidores, ambiciosos e fortes, para poder desenhar, pôr em pratica e cumprir, dentro de compromissos sérios garantidos, sob a base do direito Penal saido de nova Constituiçao. Novas alternativas, que sim as há. O esforço de reconstruçao conceitual tem de ser aceite e cumprido por todos. Esqueçamo-nos de revoluçoes culturais ou inventos do género, porque de improvisaçoes e fracassos estamos cheios. A sociedade deve ser um móvel em plena mutaçao e mecanisada para que se autoalimente simbióticamente, como num movimento pendular, com firmeza para cortar e botar aquilo que, por tal e tal razao, ou simples declinio, já nao provejam os efeitos esperados.
Para finalizar e mudar de tema, mas nao tanto cabe mencionar o caso do Chipre. Pobres gregos, pobres cipriotas; outro caso lamentável, de anarquia financeira, como o foi a Islandia em tempos passados. Contabilidades truncadas, lavado de dinheiro sujo da Russia e outras origens e os Contribuintes da UE pagando também, ou será que alguém o ponha em dúvida?

Henrique Silva
Março - 2 013.

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