Uma mecha de cabeloPor Jorge Fagundes
Barreiro
Estas lembranças de um passado tão distante, em breves segundos me ocorreram, ao encontrar, em envelope
que foi branco, hoje amarelo, por mero acaso, perdido entre papéis: aquela tua mecha de cabelo!
que foi branco, hoje amarelo, por mero acaso, perdido entre papéis: aquela tua mecha de cabelo!

Por Jornal Rostos
Aquele amor
proibido e louco
que um dia nos uniu,
ao passado pertence
como recordação,
sarada, como foi
a ferida que deixou
no nosso coração;
Na tristeza e dor
desses instantes,
as lágrimas que chorámos
antes daquele adeus,
o último, sem regresso,
foram o ponto final
naquela relação
votada ao insucesso;
Estas lembranças
de um passado tão distante,
em breves segundos me ocorreram,
ao encontrar, em envelope
que foi branco, hoje amarelo,
por mero acaso,
perdido entre papéis:
aquela tua mecha de cabelo!
Barreiro, 09.09.2014














