Vou pedir ao Ano NovoPor Jorge Fagundes
Barreiro
Sem motivos para festa,
com tanta desigualdade,
a esperança que resta
é manter a Liberdade;
com tanta desigualdade,
a esperança que resta
é manter a Liberdade;

Por Jornal Rostos
Vou pedir ao Ano Novo
Vou pedir ao Ano Novo
na hora da sua entrada,
que traga para este Povo
uma vida já mudada;
Uma vida já mudada,
a que temos, pouco presta,
tão sofrida, mal fadada,
sem motivos para festa;
Sem motivos para festa,
com tanta desigualdade,
a esperança que resta
é manter a Liberdade;
É manter a Liberdade,
voltar a ser soberano,
o País tem a vontade
que tal o seja, este ano!
Jorge Fagundes
Barreiro, 31.12.2014














