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Quotidianos

Nossos comboios de amorpor Paulo Jesus Pinto

Mais um poema para o canto dos poetas!

1 min de leitura

Por Jornal Rostos

Nem a ronda da noite
Nem o despertar da aurora
Conseguem explicar
A todos os meus sentidos
Quanto a flor do teu brilho e
Do teu olhar e do teu mistério,
Me perturbam cada dia que passa!
Cada noite que se anuncia!
E as horas são dias...
E os dias semanas…
Quando a tua ausência
É motivada por uma
Qualquer frivolidade.
Em meus anos últimos,
De tão verde amadurecido,
Anos teus podia mais ter vivido...
Mas… estamos na nossa grande estação!
Onde os comboios mais rápidos
Abrandaram com assaz doçura
E nos colam de amor!
(E fazem teus sonhos meus!)

Paulo Jesus Pinto

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