SONHOS DE PORCELANAPor Mecinha
A Mecinha enganou-se no poema. AS TUAS MÃOS são da minha priminha Floribella. Este SONHOS DE PORCELANA, que mando agora, é que é da "Mecinha".

Por Jornal Rostos
Enquanto a noite dorme
A ti, negra senhora,
Entrego o meu pranto
E em teus braços morro.
Entrego-me ao silêncio
Que adormece os sentidos,
Neste jardim transparente
Em que te encontro e renasço.
Mergulho em cada bruma
Onde o sonho é secreto
E os versos rasgados
Sem forma, nem espaço.
Afago o tempo e morro
Em cima da própria morte.
E procuro nas vielas escondidas,
Das memórias silenciosas,
Os sonhos de porcelana.
Mecinha














