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Quotidianos

PoemaPor Joya Rara

Um poema ...enviado por um colunista de "Rostos".

1 min de leitura

Por Jornal Rostos

A sangria da minha pena desenfreada
Não mancha sua camisa de colarinho arrebicado
Você sabe matar.
Não te suja pingos rubros
Nem respingo escarlate em tua alma fria.

Você é gelo que o tempo não apagou
Nem quando sangue ainda em veias.
Teu silencio escorrido em tinta
Virou sangue no meu poema.
Hoje por você, sangro tintas.

(Joya Rara)

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