Luciano BarataRosto do Ano Teatro
Nasceu no Cabril, distrito de Coimbra, mas foi no Barreiro que se apaixonou pelo teatro. Tinha dezassete anos e morava ao lado do Grupo Recreativo Quinta da Lomba. E começou a ser-lhe aguçada a sensibilidade para essa arte.
A poesia entrou-lhe no sangue e efervesceu, fazendo-lhe brotar uma chama que diz permanecer intacta.
Nos intervalos dos bailes começou a “defender personagens” e percebeu que era isso que queria fazer para o resto da vida.
Mas o caminho quis que enveredasse pela encenação. Um caminho luminoso que em 2007 fez com que estreasse nos palcos quatro peças diferentes.
Hoje abraça quatro projectos de teatro e apesar de dizer que o tempo não lhe permite, não deixa de revelar o desejo de vestir também outro papel, o de actor.
O ano 2007 marcou muito a sua vida. Estreou quatro trabalhos. Em Fevereiro uma peça de uma autora portuguesa chamada Teresa Rita, “Sopinhas de Mel”, com o Grupo TELA, de Águas de Moura, que dirige há sete anos.
Em Março estreou a “A Boa Alma de SetSuan”, pelo PROJÉCTOR, um espectáculo que foi uma grande desafio.
Em Junho estreou “O Baile”, com uma das turmas da UTIB Teatro – Universidade da Terceira Idade do Barreiro
Em Dezembro estreou, com os mais jovens do grupo PROJÉCTOR, "A Máquina do Teatro".
Um ano intenso, justamente reconhecido, com a atribuição do "Rosto do Ano Teatro".
A poesia entrou-lhe no sangue e efervesceu, fazendo-lhe brotar uma chama que diz permanecer intacta.
Nos intervalos dos bailes começou a “defender personagens” e percebeu que era isso que queria fazer para o resto da vida.
Mas o caminho quis que enveredasse pela encenação. Um caminho luminoso que em 2007 fez com que estreasse nos palcos quatro peças diferentes.
Hoje abraça quatro projectos de teatro e apesar de dizer que o tempo não lhe permite, não deixa de revelar o desejo de vestir também outro papel, o de actor.
O ano 2007 marcou muito a sua vida. Estreou quatro trabalhos. Em Fevereiro uma peça de uma autora portuguesa chamada Teresa Rita, “Sopinhas de Mel”, com o Grupo TELA, de Águas de Moura, que dirige há sete anos.
Em Março estreou a “A Boa Alma de SetSuan”, pelo PROJÉCTOR, um espectáculo que foi uma grande desafio.
Em Junho estreou “O Baile”, com uma das turmas da UTIB Teatro – Universidade da Terceira Idade do Barreiro
Em Dezembro estreou, com os mais jovens do grupo PROJÉCTOR, "A Máquina do Teatro".
Um ano intenso, justamente reconhecido, com a atribuição do "Rosto do Ano Teatro".
Por Jornal Rostos
ROSTO DO ANO 2007
#07 . Luciano Barata - Rosto do Ano Teatro
#07 . Luciano Barata - Rosto do Ano Teatro














