Bloco de Esquerda – BarreiroRosto do Ano História Local
O Bloco de Esquerda promoveu a iniciativa intitulada – “100 anos de lutas – O outro lado da CUF”, um conjunto de colóquios, exposições e divulgação de materiais que teve como objectivo proporcionar um espaço de reflexão sobre a CUF e a sua importância na formação da identidade barreirense.
Fernando Rosas, deputado do Bloco de Esquerda, eleito pelo distrito de Setúbal, referiu que esta iniciativa surgiu porque “as comemorações oficiais concelhias que se preparavam, silenciavam ou ocultavam o outro lado da CUF, do trabalho, da repressão, o lado da vida dura, o lado que, naturalmente, os herdeiros e os patrões das CUF esqueceram”.
O deputado do Bloco de Esquerda, referiu que não é possível celebrar os cem anos da CUF – “deixando no esquecimento as lutas que na empresa começaram ainda estava a ser construída”, em 1918, assim como as lutas de 1934, 1943 até às eleições de 1969 ou 1973.
Fernando Rosas sublinhou que estas lutas são – “Um património comum à esquerda que fala do passado a olhar para o futuro. À esquerda de todas as cores.”
“A questão que se coloca hoje, a todos nós, não é sabermos quem é dono da memória. A questão que se coloca a todos nós, é ser digno dela” – sublinhou Fernando Roas no encerramento das comemorações.
Pelo contributo desta iniciativa na valorização, discussão e polémica sobre a História Local atribuímos, merecidamente, ao Bloco de Esquerda do Barreiro o “Rosto do Ano – História Local.
Fernando Rosas, deputado do Bloco de Esquerda, eleito pelo distrito de Setúbal, referiu que esta iniciativa surgiu porque “as comemorações oficiais concelhias que se preparavam, silenciavam ou ocultavam o outro lado da CUF, do trabalho, da repressão, o lado da vida dura, o lado que, naturalmente, os herdeiros e os patrões das CUF esqueceram”.
O deputado do Bloco de Esquerda, referiu que não é possível celebrar os cem anos da CUF – “deixando no esquecimento as lutas que na empresa começaram ainda estava a ser construída”, em 1918, assim como as lutas de 1934, 1943 até às eleições de 1969 ou 1973.
Fernando Rosas sublinhou que estas lutas são – “Um património comum à esquerda que fala do passado a olhar para o futuro. À esquerda de todas as cores.”
“A questão que se coloca hoje, a todos nós, não é sabermos quem é dono da memória. A questão que se coloca a todos nós, é ser digno dela” – sublinhou Fernando Roas no encerramento das comemorações.
Pelo contributo desta iniciativa na valorização, discussão e polémica sobre a História Local atribuímos, merecidamente, ao Bloco de Esquerda do Barreiro o “Rosto do Ano – História Local.
Por Jornal Rostos
Bloco de Esquerda – Barreiro
Rosto do Ano História Local
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