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Na sala multiusos da Biblioteca Municipal do BarreiroApresentação dos livros «Vataça, a favorita de D. Dinis» e «Angola 1970 - Chanas de Liberdade»

«Vataça, a favorita de D. Dinis» é o título do mais recente do livro de Francisco do Ó Pacheco que será apresentado a 25 de janeiro, pelas 15h30, na sala multiusos da Biblioteca Municipal do Barreiro. A entrada é gratuita.

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Na sala multiusos da Biblioteca Municipal do Barreiro Apresentação dos livros «Vataça, a favorita de D. Dinis» e «Angola 1970 - Chanas de Liberdade»

Por Jornal Rostos

A ação da obra gira em torno da princesa bizantina Vataça Lascaris, que chegou a Portugal integrada no séquito de Isabel de Aragão, em 1282, ano do casamento desta última com D. Dinis.

No livro, o autor retoma a personagem histórica Vataça Lascaris e o serviço prestado por esta a Isabel de Aragão (“Rainha Santa”, como ficou conhecida) e ao rei D. Dinis, para explicar que à princesa bizantina se deve a presença de duas relíquias religiosas em Portugal: a cruz do Santo Lenho, que se encontra na igreja matriz de Santiago do Cacém, e a cabeça-relicário do papa Fabiano, localizada na Basílica Real de Castro Verde.
Baseado em documentos históricos, o autor do livro atribui, ainda, àquela dama de honra de Isabel de Aragão a responsabilidade pela construção da primitiva capela de Nossa Senhora das Salvas, alegadamente mandada construir em finais do século XIII, ou princípio do século XIV por aí ter sido salva “em milagre” na viagem marítima que a trouxe para Portugal.

Livro “Angola 1970 - Chanas de Liberdade”
No mesmo dia, Francisco do Ó Pacheco aproveita a oportunidade para voltar a apresentar o seu livro “Angola 1970 - Chanas de Liberdade”.

Como Francisco do Ó Pacheco declarou à Lusa, «trata-se de um romance histórico vivido nos dois lados da guerra colonial, no de uma companhia portuguesa e ao mesmo tempo no dos movimentos de libertação».
A escolha do ano de 1970 não foi ocasional: «É o ano da morte de Oliveira Salazar, em que recrudesceu a luta antifascista em Portugal, apareceu a ação revolucionária armada do Partido Comunista Português e é quando os três dirigentes dos movimentos de libertação são recebidos no Vaticano pelo Papa» explicou o autor.

Fonte - CMB

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