Paulo Costa Gonçalves na Biblioteca Municipal do BarreiroApresenta o seu livro «O Herdeiro de Antioquia»
“Como dizem os brasileiros: ‘Não sei onde vai este trem, mas eu quero ir nele» - referiu Paulo Costa Gonçalves, numa conversa com o jornal «Rostos».

Por Jornal Rostos
Reeditamos a conversa com Paulo Costa Gonçalves:
Hoje, pela manhã, ali na esplanada da «Telha do Pão», conversámos com Paulo Costa Gonçalves, licenciado em Sociologia, que reside no Barreiro desde 1984.
Paulo Costa Gonçalves, vai lançar o seu primeiro livro «O Herdeiro de Antioquia», com a chancela da Chiado Editora, - “um romance policial”, diz-nos.
“O lançamento deste livro não é nenhum sonho, aconteceu por acaso. Sabe, os cortes efectuados pelo Governo, na área da investigação, acabou por dar-me alguma disponibilidade de tempo. Escrever este livro é uma consequência das circunstâncias.
Sempre gostei de ler e escrever. Gosto de de factos históricos e gosto de policiais” – refere Paulo Costa Gonçalves.
Uma mistura de sentimentos
“Aceitei o desafio da Chiado Editora, que aposta em lançar novos autores. Após seis anos de trabalho na área de investigação, agora com 52 anos, proponho-me fazer algo diferente e espero atingir os objectivos.
Como dizem os brasileiros: ‘Não sei onde vai este trem, mas eu quero ir nele” – sublinha.
“Sinto-me bem. Lançar este livro cria dentro de mim uma mistura de sentimentos” – refere.
Uma viagem pelo tempo
Um romance policial que começa nos tempos remotos da história cristã de conquista da cidade de Antioquia. Um cerco de 8 meses, com muita evocação de factos da época, que, depois, nesta ficção, se «transfere» para Lisboa nos tempos de hoje.
“É uma viagem pelo tempo” – refere Paulo Costa Gonçalves.














