NO CENTRO PADRE ABÍLIO MENDES - BARREIROLançamento do Livro “Pensamentos de Uma Vida”
O lançamento do livro “Pensamentos de Uma Vida”, com poesia de Antónia Alves, realiza-se no dia 21 de Março, pelas 15 horas, no Centro Social Paroquial “Padre Abílio Mendes” (Travessa de Santa Cruz, nº 17).

Por Jornal Rostos
Antónia Colaço Matias Alves nasceu em Vila Nova da Baronia, Concelho de Alvito, a 23 de Novembro de 1916. Residiu até aos 18 anos no Monte do Rio Seco, até que o seu irmão mais velho a convenceu a vir para o Barreiro. Bernardino tinha um salão de cabeleireiro para homens e senhoras, junto ao Campo do Luso, onde Antónia aprendeu a profissão de cabeleireira e o ajudou durante algum tempo.
Depois disto foi para a loja de fazendas da família Xavier, onde permaneceu como balconista até casar com Américo Alves. Deste enlace nasceram dois filhos.
A sua actividade profissional alterou-se mais uma vez, na medida em que deixou a loja de tecidos e começou a trabalhar em casa na costura e nas malhas, podendo assim dar apoio aos seus filhos e ao marido.
Aos 59 anos de idade, Antónia Alves passa por uma dura prova, quando o seu marido sofre um AVC e fica dependente dela para as actividades de vida diária. Ao fim de sete anos este viria a falecer. Nesta altura Antónia Alves começou a dedicar-se mais à poesia, pois o tempo era difícil de passar e tinha de se manter ocupada. Acontecimentos de uma vida começaram a ser passados para o papel.
Depois disto foi para a loja de fazendas da família Xavier, onde permaneceu como balconista até casar com Américo Alves. Deste enlace nasceram dois filhos.
A sua actividade profissional alterou-se mais uma vez, na medida em que deixou a loja de tecidos e começou a trabalhar em casa na costura e nas malhas, podendo assim dar apoio aos seus filhos e ao marido.
Aos 59 anos de idade, Antónia Alves passa por uma dura prova, quando o seu marido sofre um AVC e fica dependente dela para as actividades de vida diária. Ao fim de sete anos este viria a falecer. Nesta altura Antónia Alves começou a dedicar-se mais à poesia, pois o tempo era difícil de passar e tinha de se manter ocupada. Acontecimentos de uma vida começaram a ser passados para o papel.














