Novo livro de Dalila Cabrita Mateus e Álvaro Mateus é lançado amanhã pela TextoNacionalistas de Moçambique recorda a vida de dez pessoas, nove homens e uma mulher, que marcaram a história de Moçambique.
A obra aborda a vida política de dez pessoas que deixaram a sua marca na história de Moçambique. Uns desconhecidos ou quase desconhecidos. Outros conhecidos na sua vida literária ou artística, mas menos conhecidos como nacionalistas. E ainda outros, a justificar que se volte a sublinhar o seu contributo para a luta de libertação nacional.
Por Jornal Rostos
Hoje, 45 anos decorridos sobre o início da luta armada, conquistada a independência e ultrapassada a guerra civil assim como outros obstáculos ao desenvolvimento, o povo moçambicano vive em paz, consolida a democracia e afirma a sua identidade na arena internacional. Dalila Cabrita Mateus e Álvaro Mateus consideraram ser esta uma boa altura para eternizar, num livro, a vida de dez nacionalistas, uma mulher e nove homens, que lutaram para que o seu povo pudesse viver em paz, com liberdade e prosperidade.
Dalila Cabrita Mateus, nascida em Viana do Castelo, é licenciada em História, mestra em História Social Contemporânea e doutora em História Moderna e Contemporânea. Investigadora do Centro de Estudos de História Contemporânea Portuguesa (ISCTE), é também consultora do Projecto «ALUKA»(EUA). Tem participado em conferências e colóquios, nacionais e internacionais, sobre a problemática das lutas de libertação nacional. É autora ou co-autora de vários livros ligados à temática da Guerra Colonial.
Álvaro Mateus nasceu em Moçambique. Estudante universitário em Lisboa, foi dirigente da Casa dos Estudantes do Império. Nos primeiros anos de guerra colonial, promoveu e coordenou um jornal clandestino contra o colonialismo e a guerra. Ao longo da vida foi quadro político, jornalista, locutor, publicista e tradutor, advogado e professor.














