Augusto Carlos apresenta em Almadafresco da história portuguesa em Moçambique

Por Jornal Rostos
A acção da nova obra vai de Baleizão à cidade de Lourenço Marques, entre o final do século XIX e o dealbar do século XX, do Alentejo profundo ao imenso Moçambique. Viaja pelo coração do protagonista, da família, dos seus camaradas de armas e amigos, e das várias mulheres que amou, quase sempre a sonhar. Esta narrativa, de grande fôlego, de Augusto Carlos, “O Meu Amor Saído da Tela” (Nova Vaga Editora), é um fresco da ocupação portuguesa de Moçambique nos primórdios do século transacto, uma intrincada e apaixonante história de amor e de procura, uma poderosa e inesquecível reflexão sobre o poder redentor da arte, retrato fiel de uma cidade e de uma época, e quadro da delimitação das fronteiras de Moçambique.
Membro Honorário do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora
e autor com um livro, "O Flamingo da Asa Quebrada", integrado no PNL
Augusto Carlos, luso-moçambicano, engenheiro, filósofo, já apelidado de «profeta da Natureza», de 55 anos, nasceu na província de Gaza, em Moçambique, e reside há muitos anos no concelho de Sintra. Publicou conhecidas obras como “O Flamingo da Asa Quebrada e Outras Histórias” (que integra o Plano Nacional de Leitura – PNL "Ler+"), “O Cântico dos Melros” ou “Mar Imenso”. O autor acaba de ser nomeado membro honorário do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora. O presidente do círculo, o poeta e professor Delmar Maia Gonçalves, considera que Augusto Carlos "é um escritor moçambicano importante, um nome incontornável que muito tem dado à Literatura e à Cultura de Moçambique na Diáspora".














