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PRECIPITAÇÃO, VENTO FORTE, NEVE e AGITAÇÃO MARITIMAOndas até 7 m na costa Norte e Centro e até 6 m na costa ocidental a Sul

Nas Regiões do litoral, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê agitação marítima com ondas até 7 m na costa Norte e Centro, e até 6 m na costa ocidental a Sul, a manter-se até dia 30JAN.

Durante este período e coincidente com a preia-mar não é de excluir picos de ondulação superiores : vento a soprar forte a partir da tarde de hoje, com rajadas da ordem dos 80 km/h.

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PRECIPITAÇÃO, VENTO FORTE, NEVE e AGITAÇÃO MARITIMA Ondas até 7 m na costa Norte e Centro e até 6 m na costa ocidental a Sul

Por Jornal Rostos

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) realizado hoje no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), salienta-se:

Regiões do litoral

 Agitação marítima com ondas até 7 m na costa Norte e Centro, e até 6 m na costa ocidental a Sul, a manter-se até dia 30JAN. Durante este período e coincidente com a preia-mar não é de excluir picos de ondulação superiores.

 Vento a soprar forte a partir da tarde de hoje, com rajadas da ordem dos 80 km/h.

 A Norte, em especial distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto e Aveiro com precipitação contínua, pontualmente forte e na forma de granizo acompanhada de trovoada até à manhã de 29JAN.

Terras altas

 Vento a soprar forte com rajadas que podem chegar temporariamente aos 100 km/h a partir da tarde de hoje.

 Queda de neve acima dos 600 m, com franca possibilidade de acumulação superior a 5 cm nos distritos de Viana do Castelo, Braga, Vila Real, Guarda e Castelo Branco. Nos distritos de Bragança, Viseu e Coimbra mantém-se a cota de 600 m com acumulados inferiores 5 cm.

Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:

 Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água ou acumulação de neve;
 Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
 Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
 Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
 Danos em estruturas montadas ou suspensas;
 Possíveis acidentes na orla costeira;
 Intoxicações por inalação de gases, por inadequada ventilação, em habitações onde se utilizem aquecimentos com lareiras e braseiras;
 Incêndios resultantes da má utilização de lareiras e braseiras ou avarias em circuitos elétricos;
 Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.

MEDIDAS PREVENTIVAS

A ANPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:
 Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água e acumulação de neve;
 O transporte e colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve;
 Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
 Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
 Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
 Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas;
 Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos na orla marítima;
 Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

Estado de Alerta Especial (EAE), no Nível AMARELO

Face à presente previsão, a ANPC eleva o Estado de Alerta Especial (EAE), no Nível AMARELO, do Sistema Integrado de Operações de Socorro (SIOPS) para o Dispositivo Integrado de Operações de Protecção e Socorro (DIOPS) para os distritos de Aveiro, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Porto, Guarda, Viana do Castelo, Vila Real, e Viseu, entre as 13H00 de 28JAN2014 e as 20H00 de 29JAN14.:

A ELEVAÇÃO do EAE pressupõe um incremento da monitorização e a intensificação, por parte do dispositivo de resposta, de ações preparatórias para eventuais intervenções no domínio da proteção e socorro.

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt

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