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Entre o final da tarde de hoje e o final de tarde de amanhãPRECIPITAÇÃO, VENTO FORTE, NEVE e AGITAÇÃO MARITIMA

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) realizado hoje no Comando
Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), salienta que para o período compreendido entre o final da tarde de hoje (30JAN15) e o final de tarde de amanhã (31JAN15): PRECIPITAÇÃO, VENTO FORTE, NEVE e AGITAÇÃO MARITIMA .

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Entre o final da tarde de hoje e o final de tarde de amanhã PRECIPITAÇÃO, VENTO FORTE, NEVE e AGITAÇÃO MARITIMA

Por Jornal Rostos

AVISO À POPULAÇÃO
Autoridade Nacional de Proteção Civil

PRECIPITAÇÃO, VENTO FORTE, NEVE e AGITAÇÃO MARITIMA

EFEITOS EXPECTÁVEIS

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) realizado hoje no Comando
Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), salienta-se:

Para o período compreendido entre o final da tarde de hoje (30JAN15) e o final de tarde de amanhã (31JAN15) :

. Vento – Do quadrante NW com intensidade 40-60km/h no litoral e 50-70km/h nas terras altas, acompanhado de rajadas, que poderão superar os 80km/h no litoral e os 100km/h, nas terras altas;
. Precipitação – moderada contínua (10mm/3h) passando a regime de aguaceiros (10mm/h) e que, pontualmente poderão ser de granizo, nas regiões Norte e Centro;
. Agitação marítima – na costa ocidental de NW a variar entre os 4-6m, podendo a altura máxima chegar aos 8-10m.

A partir do final do dia 31JAN15:

. Gradual diminuição da intensidade do vento e da precipitação, mas com uma diminuição significativa dos valores da temperatura relativamente ao normal para a época.
. Expectável queda de neve nas regiões Gerês, Marão, Montesinho, Montemuro e Estrela com cota a variar entre os 800-1000m.

Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:

. Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água ou acumulação de neve ou gelo;
. Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
. Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
. Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
. Danos em estruturas montadas ou suspensas;
. Possíveis acidentes na orla costeira;
. Danos em estruturas junto à orla costeira;

MEDIDAS PREVENTIVAS MEDIDAS PREVENTIVAS

. Possíveis fenómenos de galgamento costeiro;
. Intoxicações por inalação de gases, por inadequada ventilação, em habitações onde se utilizem aquecimentos com lareiras e braseiras;
. Incêndios resultantes da má utilização de lareiras e braseiras ou avarias em circuitos elétricos;
. Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.

A ANPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de
comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a
observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:

. Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;

. Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias;

. Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos
no pavimento ou caixas de esgoto abertas;

. Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;

. Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;

. Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;

. Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos na orla marítima;

. Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

www.prociv.pt

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