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Quotidianos

No Barreiro, Almada, Setúbal e SeixalValor de concentração de ozono ultrapassou limites
. Estação da Escavadeira no Barreiro com concentração excessiva

Segundo notícia do jornal Expresso o valor de concentração de ozono ultrapassou, ontem, os 180 microgramas por metro cúbico (µg/m3) em várias estações de medição da Região de Lisboa e Vale do Tejo.
De acordo com a lei, acima de uma concentração de 180 microgramas por metro cúbico (µg/m3) é obrigatório informar o público desses valores.

A exposição ao ozono afecta, essencialmente, as mucosas oculares e respiratórias, podendo o seu efeito manifestar-se através de tosse, dores de cabeça, dores no peito, falta de ar e irritações nos olhos.

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No Barreiro, Almada, Setúbal e Seixal Valor de concentração de ozono ultrapassou limites . Estação da Escavadeira no Barreiro com concentração excessiva

Por Jornal Rostos

As concentrações excessivas verificaram-se em nove estações de oito Concelhos: Reboleira (Concelho da Amadora), Fernando Pó (Palmela), Escavadeira (Barreiro), Alverca (Vila Franca de Xira), Laranjeiro (Almada), Camarinha e Arcos (Setúbal), Paio Pires (Seixal) e Chamusca (Chamusca).
Os valores, que se referem a médias horárias, atingiram os 225 µg/m3 entre as 18:00 e as 19:00 na estação de monitorização dos Arcos, em Setúbal, sendo este o valor mais alto verificado.
Seguiram-se os 216 µg/m3, detectados entre as 18:00 e as 19:00 na estação da Camarinha e na de Fernando Pó, e entre as 15:00 e as 16:00 na estação de Alverca.
A estação de Fernando Pó registou ainda 210 µg/m3 entre as 17:00 e as 18:00, período em que a de Paio Pires assinalou 207 µg/m3, tendo a de Alverca detectado 200 µg/m3 entre as 14:00 e as 15:00.

A concentração de ozono ultrapassou ainda o que está estipulado como "limiar de informação ao público para este poluente" em 12 outras situações, nas quais se ficou entre os 181 e os 197 microgramas por metro cúbico.
Para os valores de concentração observados, o ozono pode afectar especialmente grupos da população considerados vulneráveis - crianças, idosos, asmáticos e alérgicos, indivíduos com outras doenças respiratórias ou cardíacas, sublinha a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, que aconselha a que, enquanto a situação se mantiver os grupos mais sensíveis da população que estejam nas zonas de concentração excessiva de ozono, "reduzam ao mínimo a actividade física intensa ao ar livre e evitem a permanência no exterior durante os períodos da tarde".

Consulte - www.qualar.org.

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