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NO BARREIRODebate sobre gestão de resíduos de construção e demolição

A gestão de resíduos de construção e demolição mobilizou durante todo o dia de terça-feira, 24 de Novembro, no Auditório Municipal Augusto Cabrita, as cerca de duas centenas de inscritos nas Jornadas Técnicas subordinadas à temática, promovidas pela Câmara Municipal do Barreiro , em parceria com a AMARSUL – Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos e SUMA – Serviços Urbanos e Meio Ambiente.

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NO BARREIRO Debate sobre gestão de resíduos de construção e demolição

Por Jornal Rostos

Na Sessão de Abertura marcaram presença o Presidente da CMB, Carlos Humberto de Carvalho, a Vice-Presidente, Vereadora Sofia Martins, e o Vereador responsável pela Higiene Urbana, Carlos Moreira. Este último encerrou os trabalhos.

A participação e o contributo dos “excelentes oradores” – “que trouxeram a esta plateia informações muito importantes para a melhoria e desenvolvimento do ambiente ao nível da reutilização dos RCD” – foram, na opinião do Vereador Carlos Moreira, dois dos ingredientes que contribuíram para a qualidade da sessão.
Durante todo o dia foram partilhados com os presentes casos de referência, como o da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, que apresentou “Projecto REAGIR – Uma solução piloto, a nível municipal, para gestão da fracção inerte dos RCD”, ou do Município do Barreiro com “10 anos de recolha selectiva de RCD” e aluguer de sacos para recolha de RCD, experiências de empresas privadas a laborar na área, a perspectiva ambiental e feito o enquadramento legal, que, conforme frisou o responsável pela Higiene Urbana da CMB, permite uma “visão mais segura” de gestões futuras.
“Julgo que saímos daqui mais enriquecidos”, afirmou no encerramento, após cerca de seis horas de trabalhos, contribuindo para “construir um mundo melhor”.

Contributo para minorar problemas

Na abertura, o Presidente da CMB desejara que naquele dia todos pudessem aproveitar o melhor possível a sessão, que se debruçava sobre uma parte problemática que afecta o mundo. Reconhecendo a responsabilidade de todos na preservação, defesa e protecção do ambiente em benefício dos “vindouros”, Carlos Humberto de Carvalho assumiu que com acções como aquela a que se iria assistir durante todo o dia, eram, também elas, um contributo para minorar os problemas, admitindo, no entanto, nem sempre ser fácil, tendo em conta as contradições de interesses, que se devem, salientou, ir “ultrapassando”, “burilando”.
Desejou, ainda, que a discussão resultasse na melhoria da acção dos presentes.

Na assistência destas jornadas estiveram representadas diversas entidades, desde o ensino secundário e superior, até ao mundo empresarial, passando por instituições, eleitos e técnicos da administração pública.
As jornadas contaram com a colaboração na organização da Escola Profissional Bento de Jesus Caraça.

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