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Quotidianos

Campanha de sensibilizaçãoCCDR-LVT mais “verde” quer contribuir para desafio de Copenhaga

A CCDR-LVT não pode deixar de se unir aos esforços globais para combater as alterações climáticas e simbolicamente associar-se à Cimeira de Copenhaga (COP15), que decorre até 18 de Dezembro.

Acaba de lançar uma iniciativa que tem em vista a melhoria efectiva do seu desempenho ambiental, procurando dar um contributo para uma melhoria no contexto da Administração Pública.

3 min de leitura

Por Jornal Rostos

A acção pretende envolver também os parceiros locais, nacionais e regionais da CCDR-LVT, como as autarquias, entidades da administração central ou associações.
2010 será o ano de arranque de um conjunto de acções e metas concretas que visam reduzir o impacto ambiental da sua actividade. Uma das primeiras iniciativas será a atribuição de um prémio à melhor ideia para melhorar a eficiência energética e/ou ambiental da CCDR-LVT, destinado aos seus colaboradores.
Ainda em 2009, associa-se ao projecto Eco2ética da AMI. Duas centenas de pinheiros-mansos serão plantadas num local seleccionado pela AMI na região de Lisboa e Vale do Tejo, o que compensa o consumo de papel de um ano inteiro na
Comissão (em termos de árvores consumidas na produção de pasta).
Estas árvores serão certificadas e acompanhadas ao longo da vida, sendo garantido o seu impacto positivo no balanço de carbono.
A iniciativa “+ Ambiente” vem ao encontro do esforço nacional de melhoria de eficiência energética nos últimos anos e da estratégia da CCDR-LVT para esta Região. A eficiência ambiental na Administração Pública é um importante desígnio da Estratégia Lisboa 2020, reforçada também na proposta de alteração do Plano Regional de Ordenamento da Área Metropolitana de Lisboa (PROTAML) em curso.
Como prova do seu profundo comprometimento com esta temática a CCDR-LVT assume desde já as seguintes metas para 2010 (por comparação com 2009), que serão reforçadas progressivamente:

. Redução de 10% no consumo de papel
. Redução de 5% no consumo de electricidade
. Redução de 5% no consumo de água
. 100% dos eventos organizados com preocupações ambientais

Medidas positivas implementadas em 2009:

. Configuração de impressoras para poupança de papel e tinta
. Gestão digital de documentação e processos
. Substituição de equipamentos de ar condicionado (em curso)
. Redução da gramagem do papel (o que permite uma redução na produção de resíduos equivalente a mais de 195 resmas por ano)
. Recolha e separação de resíduos, incluindo toners e tinteiros, garantindo o seu correcto encaminhamento.
Website da campanha:

Poderá encontrar estas e outras informações, assim como conselhos úteis para aplicação no sector dos serviços, em www.ccdr-lvt.pt/maisambiente.

O processo de lançamento da própria campanha é já um exemplo desta nova abordagem. A certificação florestal, ambiental e de qualidade foi assumida como requisito fundamental na produção de todos os materiais de comunicação.

Algumas notas de enquadramento

. Quase um terço da energia final é consumida nos edifícios e Portugal tem aumentado a intensidade energética deste sector, ao invés da tendência europeia. O consumo tem vindo a aumentar e os edifícios de serviços
consomem 34% de toda a electricidade, o equivalente da indústria (DGEG, 2008).
 A par da criação do Sistema de Certificação Energética, foram aprovados novos regulamentos sobre o comportamento térmico e os sistemas de climatização dos edifícios, transposição de uma directiva comunitária de 2002.
 O Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (PNAEE) (2008 - 2015) confere uma atenção especial aos edifícios da Administração Pública e integra mesmo um programa de eficiência energética no Estado (Programa
E3), composto por quatro áreas de intervenção, Edifícios, Transportes, Compras Ecológicas e Iluminação Pública. O objectivo é que o próprio Estado constitua referência para o mercado nesta área.

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