Santiago do CacémComemorações do Dia Mundial das Zonas Húmidas na Lagoa de Santo André e da Sancha
O Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém participou esta manhã no Monte do Paio em Brescos, Santo André, nas comemorações do Dia Mundial das Zonas Húmidas que o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) está a promover durante esta semana em várias reservas naturais do país.

Por Jornal Rostos
Hoje, foi a vez da Reserva Natural das Lagoas de Santo André e da Sancha, receber a iniciativa que envolveu crianças das escolas básicas do concelho, que tiveram oportunidade de participar em acções de esclarecimento e sensibilização sobre a importância das Lagoas de Santo André e da Sancha, das suas riquezas ambientais e da necessidade de preservar o local.
Na cerimónia esteve também o Vereador do Ambiente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, José Rosado.
Dirigindo-se a uma plateia de crianças, o Presidente da Câmara de Santiago do Cacém, abordou os malefícios da poluição para o planeta e a importância daquela zona húmidas para o ecossistema da região.
“Este sítio é de uma riqueza incalculável e sabendo isso, a Câmara Municipal é parceira do ICNB em vários projectos de preservação da lagoa”, disse Vítor Proença.
Projectos que foram saudados pela Directora do Departamento de Gestão de Áreas Classificadas de Zonas Húmidas, Maria João Burnay.
A responsável adiantou que o ICNB pretende alterar a classificação do regime jurídico da lagoa para reserva costeira para que possam contar com o apoio da Polícia Marítima na fiscalização.
Nesta sessão foi também anunciado que a abertura da lagoa ao mar vai ser feita no dia 28 de Março. Uma iniciativa que suscita grande interesse por parte da população.
Actualmente uma das ameaças da Reserva é a quantidade de sedimentos que chegam á lagoa, o que faz com que a profundidade seja cada vez menor.
“Muitos detritos orgânicos que vêm da agricultura, dos esgotos domésticos e também dos óleos que escorrem dos parques de estacionamento são prejudiciais a esta zona natural”, reforçou Ana Vidal da Reserva Natural da Lagoa de Santo André e da Sancha.
A Câmara Municipal de Santiago do Cacém atenta a esta situação efectuou recentemente um investimento para a retenção de óleos e águas poluídas, disse o Vereador do Ambiente José Rosado que sublinhou igualmente a importância que a autarquia atribui à Reserva.
“Temos várias parcerias com o ICNB e protocolos para proteger cada vez mais esta zona”, frisou José Rosado.
Uma das espécies da lagoa, a enguia encontra-se também ameaçada.
De acordo com Sandro Nóbrega, “a enguia está ameaçada devido à pesca descontrolada”, defendendo maior fiscalização na apanha da espécie que quando atinge um tamanho médio chega a ultrapassar os 100 euros/quilo.
Ocupando uma superfície de 250 hectares, isolada do mar por um cordão de dunas, a Lagoa de Santo André constitui-se como um ecossistema único. Trata-se de santuário natural», reconhecido pela criação da Reserva Natural e área privilegiada para habitats únicos de fauna e flora.
Na cerimónia esteve também o Vereador do Ambiente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, José Rosado.
Dirigindo-se a uma plateia de crianças, o Presidente da Câmara de Santiago do Cacém, abordou os malefícios da poluição para o planeta e a importância daquela zona húmidas para o ecossistema da região.
“Este sítio é de uma riqueza incalculável e sabendo isso, a Câmara Municipal é parceira do ICNB em vários projectos de preservação da lagoa”, disse Vítor Proença.
Projectos que foram saudados pela Directora do Departamento de Gestão de Áreas Classificadas de Zonas Húmidas, Maria João Burnay.
A responsável adiantou que o ICNB pretende alterar a classificação do regime jurídico da lagoa para reserva costeira para que possam contar com o apoio da Polícia Marítima na fiscalização.
Nesta sessão foi também anunciado que a abertura da lagoa ao mar vai ser feita no dia 28 de Março. Uma iniciativa que suscita grande interesse por parte da população.
Actualmente uma das ameaças da Reserva é a quantidade de sedimentos que chegam á lagoa, o que faz com que a profundidade seja cada vez menor.
“Muitos detritos orgânicos que vêm da agricultura, dos esgotos domésticos e também dos óleos que escorrem dos parques de estacionamento são prejudiciais a esta zona natural”, reforçou Ana Vidal da Reserva Natural da Lagoa de Santo André e da Sancha.
A Câmara Municipal de Santiago do Cacém atenta a esta situação efectuou recentemente um investimento para a retenção de óleos e águas poluídas, disse o Vereador do Ambiente José Rosado que sublinhou igualmente a importância que a autarquia atribui à Reserva.
“Temos várias parcerias com o ICNB e protocolos para proteger cada vez mais esta zona”, frisou José Rosado.
Uma das espécies da lagoa, a enguia encontra-se também ameaçada.
De acordo com Sandro Nóbrega, “a enguia está ameaçada devido à pesca descontrolada”, defendendo maior fiscalização na apanha da espécie que quando atinge um tamanho médio chega a ultrapassar os 100 euros/quilo.
Ocupando uma superfície de 250 hectares, isolada do mar por um cordão de dunas, a Lagoa de Santo André constitui-se como um ecossistema único. Trata-se de santuário natural», reconhecido pela criação da Reserva Natural e área privilegiada para habitats únicos de fauna e flora.














