Bombeiros do Sul e Sueste - BarreiroRealizam simulacro na Nova AP
No briefing final, o Presidente da Direcção da AHBV Sul e Sueste reforçou a necessidade da Câmara Municipal do Barreiro, da Autoridade Nacional de Protecção Civil e das empresas instaladas na zona industrial do Barreiro, com especial enfoque naquelas cuja actividade se enquadra na Directiva SEVESO, ganharem maior sensibilidade para o risco a que o Barreiro se encontra sujeito e assim se disporem a colaborar financeiramente com os bombeiros.

Por Jornal Rostos
O simulacro teve como objectivo testar a operacionalidade da Equipa de Segurança da Nova AP e do Órgão de Comando para situações de emergência, bem como a capacidade de resposta dos meios externos – Corpo de Bombeiros do Sul e Sueste. A Nova AP enquadra-se no âmbito da Directiva SEVESO.
O cenário do simulacro foi o seguinte: um serralheiro, ao proceder à rectificação da tubagem de água desmineralizada na envolvente do pipeline de gás natural, junto à caldeira, causa a ignição de uma fuga de gás; o jacto de incêndio põe em risco a tubagem de amoníaco gasoso de alimentação à fábrica de Nitrato de Amónio e um transformador.
Depois de dado o alarme, os bombeiros externos foram chamados a intervir, chegando ao local em 4 minutos e estabelecendo o dispositivo de combate ao incidente, em articulação com a Equipa de Segurança da empresa. Aos bombeiros coube o estabelecimento de cortinas de água para arrefecimento das estruturas adjacentes ao incêndio e o socorro a um acidentado com queimaduras graves.
O exercício de simulacro envolveu quatro viaturas: VCOT 01, VUCI 01, VTGC 01 e ABSC 01, num total de 11 bombeiros e 1 elemento de Comando.
No briefing final, o Presidente da Direcção da AHBV Sul e Sueste reforçou a necessidade da Câmara Municipal do Barreiro, da Autoridade Nacional de Protecção Civil e das empresas instaladas na zona industrial do Barreiro, com especial enfoque naquelas cuja actividade se enquadra na Directiva SEVESO, ganharem maior sensibilidade para o risco a que o Barreiro se encontra sujeito e assim se disporem a colaborar financeiramente com os bombeiros no sentido da renovação dos meios de protecção e socorro ao dispor, cuja obsolescência constitui uma preocupação latente. A este propósito referiu que a Associação apresentou uma candidatura ao QREN para aquisição de um novo Veículo Urbano de Combate a Incêndios com o objectivo de substituir uma das viaturas com mais de 30 anos ainda ao serviço, situação que só se poderá vir a concretizar se for possível obter apoios financeiros directos para cobrir os 30 % do investimento não comparticipados.














